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Paciente de 65 anos com cirrose hepática por hepatite C apresenta ascite refratária a diuréticos e restrição sódica. A ultrassonografia com Doppler mostra fluxo portal reduzido (10 cm/s) e esplenomegalia. Qual é o mecanismo fisiopatológico primário responsável pela hipertensão portal nesse cenário e qual procedimento cirúrgico oferece melhor relação risco-benefício para alívio de sintomas, respectivamente?
Elevação da resistência hepática relacionada ao processo fibrótico, com opção de realizar derivação portocava terminolateral como forma de descompressão portal.
Redução do fluxo portal secundário a eventos trombóticos, considerando esplenectomia associada à ligadura de vasos curtos como forma de controle hemodinâmico.
Aumento da resistência vascular intra-hepática decorrente da cirrose, sendo o TIPS o método menos invasivo e mais eficaz para alívio da hipertensão portal refratária.
Elevação do fluxo portal por estado hipervolêmico, proposta de abordagem gástrica associada à modulação vagal como medida terapêutica.
Diminuição da complacência hepática por infiltração gordurosa, indicando derivação portocava como alternativa cirúrgica de descompressão.