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Homem, 61 anos, previamente hígido, dá entrada no pronto-socorro com dispneia súbita, dor torácica e colapso circulatório. Encontra-se em choque refratário, com PA de 70×40 mmHg apesar de reposição volêmica inicial e uso de noradrenalina. Evolui com parada cardiorrespiratória em atividade elétrica sem pulso, sendo revertida após 2 minutos de RCP. Ecocardiograma à beira-leito, realizado imediatamente após o retorno da circulação espontânea, evidencia dilatação grave de ventrículo direito, hipocinesia global e septo interventricular em “D”. Não há sinais clínicos ou laboratoriais de sangramento ativo ou contraindicações absolutas à trombólise. Qual é a conduta terapêutica definitiva e imediata mais adequada?
Iniciar anticoagulação plena com heparina não fracionada.
Solicitar angiotomografia de tórax para confirmação diagnóstica.
Manter apenas suporte hemodinâmico em UTI.
Considerar filtro de veia cava inferior.
Administrar trombolítico sistêmico.


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