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Homem de 52 anos, previamente hígido, procura atendimento ambulatorial com febre, tosse e dispneia há 3 dias. A tomografia de tórax evidencia consolidação lobar compatível com pneumonia. Teste molecular respiratório por PCR é positivo para influenza A. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável, saturando 96% em ar ambiente, sem critérios de gravidade e sem comorbidades. De acordo com a diretriz da American Thoracic Society (2025) para PAC, qual é a conduta mais apropriada em relação ao uso de antibióticos?
Iniciar antibiótico empírico, pois a coinfecção bacteriana não pode ser excluída com segurança apenas com testes virais.
Iniciar antibiótico empírico apenas se a procalcitonina estiver elevada.
Não prescrever antibiótico empírico, considerando o perfil clínico e o resultado viral positivo.
Iniciar antibiótico empírico apenas se houver leucocitose ou PCR elevado.
Prescrever antibiótico empírico por pelo menos 5 dias, independentemente da estabilidade clínica.