

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Para responder às questões 49 e 50, considere o caso abaixo:
Homem de 27 anos apresenta lesão medular incompleta T6 após acidente automobilístico há 2 meses. Evolui com urgência urinária frequente, episódios de incontinência por urgência e sensação constante de bexiga cheia. Refere episódios de hesitação miccional e esvaziamento incompleto, além de dor lombar baixa ocasional. Foi solicitado exame urodinâmico cujos achados foram:
• Capacidade vesical diminuída.
• Contrações involuntárias da detrusora durante enchimento (não voluntárias).
• Pressão vesical elevada durante enchimento.
• Resposta aumentada do esfíncter externo da uretra durante contrações vesicais.
• Fluxo urinário intermitente, com hesitação e esforço.
Considerando o caso apresentado anteriormente, qual é a conduta mais adequada?
Prescrição de cateterismo intermitente apenas se houver retenção completa, associado à restrição hídrica, pois o risco de complicações renais é baixo na bexiga espástica.
Indicação de cirurgia de descompressão/ampliação vesical ou derivação urinária como primeira linha de cuidado.
Prescrição de fisioterapia do assoalho pélvico, sem uso de medicações ou cateterismo, pois exercícios garantem controle da detrusora em lesões medulares acima de T1.
Uso de toxina botulínica na musculatura do esfíncter urinário a fim de reduzir o volume vesical e diminuir episódios de urgência e incontinência.
Uso de fármacos anticolinérgicos ou agonistas β3, treinamento vesical, associação com cateterismo intermitente e monitoramento regular da pressão vesical e função renal.