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Considerando o caso apresentado anteriormente, qual é a conduta mais adequada?
Prescrição de cateterismo intermitente apenas se houver retenção completa, associado à restrição hídrica, pois o risco de complicações renais é baixo na bexiga espástica.
Indicação de cirurgia de descompressão/ampliação vesical ou derivação urinária como primeira linha de cuidado.
Prescrição de fisioterapia do assoalho pélvico, sem uso de medicações ou cateterismo, pois exercícios garantem controle da detrusora em lesões medulares acima de T1.
Uso de toxina botulínica na musculatura do esfíncter urinário a fim de reduzir o volume vesical e diminuir episódios de urgência e incontinência.
Uso de fármacos anticolinérgicos ou agonistas β3, treinamento vesical, associação com cateterismo intermitente e monitoramento regular da pressão vesical e função renal.


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