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Com base no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Ministério da Saúde para Transtorno Esquizoafetivo, aprovado pela Portaria Conjunta nº 7, de 14 de maio de 2021, é correto afirmar:
Existem fortes evidências da eficácia de ISRS nos subtipos esquizodepressivos.
O consenso é de que ordem de preferência na escolha do antipsicótico recai sobre os de segunda geração.
Em grupos especiais (crianças, adolescentes e idosos), combinações de antipsicóticos são mais eficazes do que a monoterapia.
Não existe base científica para o uso do lítio, havendo apenas alguma evidência como terapia adjunta no tipo esquizomaníaco.