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Caso hipotético: idosa de 92 anos, frágil e multimórbida (HAS - Hipertensão Arterial Sistêmica -, DM2 - Diabetes Mellitus tipo 2 e osteoporose), usava losartana 100 mg/dia e anlodipino 10 mg/dia. Após inclusão de clortalidona 25 mg/dia, passou a relatar tontura ao levantar e apresentou duas quedas em casa. No consultório, você decide investigar hipotensão ortostática com técnica padronizada de aferição.
Assinale a conduta adequada no exame físico, para investigar o diagnóstico.
Após repouso em decúbito dorsal por 5 minutos, medir PAe FC; colocar a paciente sentada e repetir PAe FC após 10 minutos, sem aferição em pé; considerar hipotensão ortostática com queda da PAS ≥ 20 mmHg ou da PAD ≥ 10 mmHg.
Após repouso em decúbito dorsal por 5 minutos, medir PA e FC; solicitar ortostatismo e medir apenas PA em 30–60 segundos; considerar hipotensão ortostática com queda da PAS ≥ 10 mmHg ou da PAD ≥ 5 mmHg.
Após repouso em decúbito dorsal por 5 minutos, medir PA e FC; solicitar ortostatismo e repetir PA e FC após 5–10 minutos; considerar hipotensão ortostática apenas quando houver queda da PAS ≥ 20 mmHg e da PAD ≥ 10 mmHg.
Após repouso em decúbito dorsal por 5 minutos, medir PA e FC; solicitar ortostatismo e repetir PA e FC após 3–5 minutos; considerar hipotensão ortostática com queda da PAS ≥ 30 mmHg ou da PAD ≥ 15 mmHg.
Após repouso em decúbito dorsal por 5 minutos, medir PA e FC; solicitar ortostatismo e repetir PA e FC no primeiro e no terceiro minuto, preferindo manter o braço apoiado ao nível do coração; considerar hipotensão ortostática com queda da PAS ≥ 20 mmHg ou da PAD ≥ 10 mmHg.