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Mulher, 82 anos, institucionalizada, é atendida pelo SAMU...

Mulher, 82 anos, institucionalizada, é atendida pelo SAMU após episódio de rebaixamento agudo do nível de consciência. Acuidadora refere urina turva e com odor fétido há 2 dias, sem febre. Possui antecedentes de hipertensão arterial, insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FE 35%) e doença renal crônica estágio 3. Faz uso regular de furosemida, carvedilol e losartana. Ao exame: Glasgow: 12 (O3 V4 M5); Temperatura= 36,1 °C; FC= 96 bpm; FR= 30 irpm; PA= 92 × 58 mmHg; SpO₂= 93% em ar ambiente. Extremidades frias, enchimento capilar 5 segundos. Diurese referida nas últimas 12 horas: mínima. Glicemia capilar: 168 mg/dL.


Durante a monitorização, o acesso venoso periférico é obtido com dificuldade. Diante desse cenário, qual é a conduta mais adequada no ambiente pré-hospitalar?


A

Realizar infusão rápida de 30 mL/kg de cristaloide e aguardar normalização pressórica antes do transporte.


B

Iniciar reposição volêmica cautelosa com bolus menores, monitorizar resposta clínica, fornecer oxigênio suplementar e priorizar transporte rápido para unidade hospitalar.


C

Iniciar vasopressor por via periférica imediatamente, visando a manter PAM ≥ 65 mmHg.


D

Administrar antibiótico empírico no atendimento pré-hospitalar e retardar o transporte até a obtenção de resposta hemodinâmica.


E

Considerar delirium por desidratação e insuficiência cardíaca, priorizando restrição hídrica e observação no local.