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No projeto de um monitor de sinais vitais, o estágio de entrada para a captura de sinais de ECG deve ser capaz de lidar com interferências de modo comum e potenciais de offset de eletrodo. O uso de eletrodos de Prata-Cloreto de Prata (Ag/AgCl) é o padrão clínico para esse fim.
Do ponto de vista da instrumentação, por que esses eletrodos são superiores aos de aço inoxidável para monitorização de longa duração?
Por serem eletrodos não polarizáveis, eles permitem uma rápida estabilização da tensão de offset na interface pele-eletrodo, reduzindo ruídos de linha de base.
Porque a prata atua como um amplificador natural de elétrons, dispensando-se o uso de pré-amplificadores ativos no cabo de paciente.
Porque eles possuem uma resistência interna infinita, o que impede a passagem de qualquer corrente de fuga para o corpo do paciente.
Por apresentarem propriedades piezoelétricas que permitem medir a pressão arterial simultaneamente ao traçado elétrico do coração.
Devido à capacidade do cloreto de prata de converter o sinal analógico em digital diretamente na superfície da pele do paciente.


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