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Sobre a farmacologia e os neurotransmissores envolvidos no tratamento do transtorno de tique em crianças e adolescentes, assinale a alternativa INCORRETA.
Antipsicóticos típicos e atípicos reduzem tiques principalmente por antagonismo dopaminérgico D2.
A clonidina e a guanfacina atuam como agonistas alfa-2 adrenérgicos, modulando a liberação de noradrenalina.
A risperidona é considerada uma opção eficaz e com melhor perfil de tolerabilidade em relação aos antipsicóticos típicos.
Benzodiazepínicos são considerados tratamento de primeira linha para tiques motores e vocais crônicos.
O envolvimento dopaminérgico nos circuitos córtico-estriatais está bem estabelecido na fisiopatologia dos tiques.


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