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O estudo “Carotid Revascularization and Medical Management for Asymptomatic Carotid Stenosis Trial” (CREST-2), de 2025, avaliou o papel da revascularização carotídea em pacientes com estenose carotídea assintomática ≥ 70% em comparação ao tratamento médico intensivo isolado. Sobre esse estudo, assinale a alternativa correta.
Tanto a endarterectomia carotídea quanto o stenting carotídeo demonstraram superioridade estatisticamente significativa sobre o tratamento médico intensivo isolado na redução do desfecho primário composto (AVC ou morte em 44 dias + AVC isquêmico ipsilateral em 4 anos).
A endarterectomia carotídea foi superior ao stenting carotídeo na redução de eventos cerebrovasculares perioperatórios, confirmando a preferência pela cirurgia aberta em pacientes assintomáticos de qualquer idade.
O stenting carotídeo combinado ao tratamento médico intensivo demonstrou redução significativa do desfecho primário (2.8% vs 6.0%, p = 0.02) em comparação ao tratamento médico isolado, enquanto a endarterectomia não atingiu significância estatística (3.7% vs 5.3%, p = 0.24).
O tratamento médico intensivo isolado apresentou taxas de AVC superiores a 10% em 4 anos, justificando a revascularização profilática universal em todos os pacientes com estenose ≥ 70%, independentemente de características clínicas.
A Transcarotid Artery Revascularization (TCAR) foi incluída no braço de stenting do CREST-2 e demonstrou resultados superiores ao stenting transfemoral convencional em pacientes idosos.