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Um homem de 32 anos é admitido no pronto-socorro após...

Um homem de 32 anos é admitido no pronto-socorro após colisão automobilística de alta energia. Chega consciente, porém dispneico, referindo dor intensa no hemitórax esquerdo.

Anamnese: Trauma torácico fechado por impacto do volante; dispneia progressiva nos últimos 20 minutos; dor pleurítica intensa à inspiração.

Exame físico inicial: PA: 90/60 mmHg; FC: 124 bpm; FR: 30 irpm; Saturação: 88% em ar ambiente.

O exame torácico mostrou assimetria respiratória, murmúrio vesicular abolido à esquerda, macicez à percussão no hemitórax inferior esquerdo, hipersonoridade no ápice do mesmo hemitórax, enfisema subcutâneo discreto e desvio traqueal ausente.

Exames de imagem: FAST negativo para líquido abdominal. Radiografia de tórax mostra colapso pulmonar parcial à esquerda, nível hidroaéreo pleural e opacidade compatível com hemopneumotórax volumoso e fraturas costais.

Após drenagem torácica no 5º espaço intercostal na linha axilar média, são drenados 1600 mL de sangue imediatamente, mantendo-se drenagem, em selo d’água, de 250 mL/h nas três horas subsequentes.


Diante desse caso, a conduta mais apropriada nesse momento será


A

manter drenagem torácica e observação clínica em unidade de trauma.


B

realizar toracocentese repetida guiada por ultrassom para drenagem progressiva.


C

solicitar tomografia computadorizada de tórax antes de qualquer decisão cirúrgica.


D

indicar toracotomia exploradora urgente.


E

realizar pleurodese química após estabilização hemodinâmica.