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Um paciente de 62 anos, hipertenso e tabagista, apresenta dor torácica súbita e intensa. O eletrocardiograma evidencia supradesnivelamento do segmento ST em parede anterior, e a troponina está elevada.
Após angioplastia primária bem-sucedida, o paciente evolui com hipotensão persistente, taquicardia, extremidades frias e congestão pulmonar. Monitorização hemodinâmica invasiva com cateter de Swan-Ganz mostra: Pressão capilar pulmonar: 28 mmHg (valor normal: 6–12 mmHg), Índice cardíaco: 1,6 L/min/m² (valor normal: 2,5–4,0 L/min/m²) e Resistência vascular sistêmica: 1.600 dyn·s·cm-5 (valor normal: 800–1.200 dyn·s·cm-5).
Apesar do uso de noradrenalina em doses crescentes, vasopressina e dobutamina 5 mcg/kg/min, o quadro de choque cardiogênico permanece refratário às medidas convencionais.
Nesse cenário, assinale a opção que apresenta maior possibilidade de resposta positiva a ser considerada.
Aumento da dose de dobutamina até 20 mcg/kg/min.
Associação de milrinona ao suporte inotrópico já instituído.
Uso de nitroprussiato de sódio para reduzir a pós-carga.
Associação de vasopressina endovenosa.
Implantação de oxigenação por membrana extracorpórea veno-arterial (ECMO VA).