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Na avaliação de um paciente com suspeita de esclerose múltipla que apresenta um quadro de neurite óptica, o oftalmologista solicita uma RM de crânio.
A utilidade específica da sequência FLAIR (fluid-attenuated inversion recovery), nesse contexto, é
suprimir o sinal do líquido cefalorraquidiano (LCR), facilitando a visualização de placas desmielinizantes periventriculares.
demonstrar o fluxo sanguíneo em fístulas carotidocavernosas.
avaliar a integridade da lâmina crivosa em casos de trauma.
visualizar calcificações drusas ocultas no disco óptico.
detectar hemorragias agudas no espaço subaracnóideo.