A fenciclidina, conhecida como “pó de anjo”, é uma substância dissociativa que pode ser utilizada por diferentes vias, incluindo inalatória, oral, intranasal ou injetável, sendo frequentemente consumida quando polvilhada sobre material vegetal, como tabaco ou maconha, para ser fumada.
Das opções abaixo, assinale a que melhor descreve um quadro de intoxicação por fenciclidina, considerando os critérios de diagnóstico do DSM-5.
Desorientação e confusão mental, frequentemente sem alucinações, associadas a nistagmo, diminuição da sensibilidade à dor, ataxia, disartria, rigidez muscular, hiperacusia e alterações do nível de consciência, podendo evoluir para comportamento violento, agitação extrema, delírios persecutórios, euforia, amnésia retrógrada e hipertensão.
A intoxicação geralmente se inicia com uma sensação de “barato”, seguida por sintomas que incluem euforia, sedação, letargia, prejuízo da memória de curto prazo, dificuldade para realizar processos mentais complexos, julgamento prejudicado, distorções das percepções sensoriais, desempenho motor prejudicado, aumento de apetite e a sensação de que o tempo está passando lentamente, podendo evoluir para hiperemia conjuntival, boca seca e taquicardia.
Inquietação, nervosismo, excitação, insônia, rubor facial, diurese e queixas gastrointestinais, os quais podem ocorrer com doses baixas; sintomas que geralmente aparecem em doses mais altas incluem contrações musculares, fluxo prolixo do pensamento e da fala, além de taquicardia ou arritmia cardíaca.
Alterações comportamentais ou psicológicas problemáticas, como comportamento sexual inadequado, labilidade do humor, julgamento e tomada de decisão prejudicados, incoordenação motora marcha atáxica, fala arrastada, prejuízo do funcionamento social ou ocupacional e relaxamento da musculatura.
Hiperatividade autonômica, tremores, ilusões ou alucinações auditivas, táteis ou visuais (delirium tremens), dilatação da pupila, com os sintomas podendo persistir por semanas após a intoxicação.