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Leia o caso a seguir.
Mulher, 78 anos, com histórico de osteoartrite e hipertensão, queixa-se de insônia de início recente, tristeza e ansiedade após o falecimento de um familiar. A filha solicita uma medicação "para os nervos". Ao revisar o prontuário, você nota que a paciente já teve dois episódios de quedas no último ano; orienta, então, terapia cognitivo-comportamental e higiene do sono. Após alguns meses, retornam, dizendo não ter havido melhora e os sintomas persistem incômodos e atrapalhando a qualidade de vida.
Segundo os Critérios de Beers, qual conduta é a adequada nesse caso?
Prescrever mirtazapina 15 mg à noite, por ser um antidepressivo e antagonista H1, útil no tratamento da insônia e depressão.
Prescrever amitriptilina 25 mg à noite, aproveitando o efeito sedativo para tratar a insônia e a dor da osteoartrite.
Prescrever quetiapina 25 mg à noite, por ser um antipsicótico atípico com menor risco de sintomas extrapiramidais.
Prescrever diazepam 5 mg à noite, por ter meia-vida longa e garantir estabilidade.


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