

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Durante um surto regional de doenças exantemáticas, uma criança de 18 meses é atendida na Atenção Primária à Saúde com história de febre alta (39–40°C) há 3 dias, irritabilidade e redução do apetite. No terceiro dia de febre, ocorre defervescência abrupta, seguida do aparecimento de exantema maculopapular róseo, predominando em tronco e poupando face. Ao exame físico, não há conjuntivite, tosse ou coriza. O calendário vacinal está completo para a idade. No mesmo território, outra criança de 3 anos, não vacinada, apresenta febre alta há 4 dias, tosse, coriza, conjuntivite intensa e, no exame da mucosa oral, observam-se lesões esbranquiçadas puntiformes na mucosa jugal. Evolui com exantema maculopapular eritematoso de progressão craniocaudal.
Qual deverá ser a conduta mais adequada na Atenção Primária à Saúde, para ambos os casos?
Ambos os casos são doenças exantemáticas comuns na infância, de etiologia viral e que não necessitam de notificação.
O primeiro caso é compatível com dengue clássica, e o segundo com rubéola, sendo indicada sorologia antes de qualquer notificação.
O primeiro não tem necessidade de notificação compulsória, enquanto o segundo caso exige notificação, isolamento e bloqueio vacinal.
Ambos os casos devem ser notificados imediatamente, independentemente da apresentação clínica, devido ao contexto epidemiológico.