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Uma equipe de Atenção Primária à Saúde acompanha mulheres de uma comunidade urbana com baixa adesão a exames preventivos e barreiras socioeconômicas significativas, incluindo dificuldade de acesso a serviços de imagem. Durante consultas de rotina, a equipe percebe que algumas mulheres têm histórico familiar positivo para câncer de mama, enquanto outras apresentam fatores de risco como obesidade, tabagismo e uso prolongado de anticoncepcionais orais.
Considerando as diretrizes atuais de rastreamento do câncer de mama, qual a conduta mais adequada?
O rastreamento deve ser personalizado, considerando idade, fatores de risco individuais, histórico familiar e preferência da mulher.
Mulheres sem sintomas e sem histórico familiar não precisam de rastreamento, pois o câncer de mama ocorre em casos hereditários.
Exames de rastreamento devem ser realizados em mulheres que comparecem espontaneamente à UBS, sem ações proativas da equipe, pois o rastreamento oportunistico deve ser priorizado em relação ao rastreamento universal.
O rastreamento deve ser aplicado a todas as mulheres a partir dos 40 anos, independentemente do histórico familiar, fatores de risco ou preferências individuais, seguindo protocolos padronizados.


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