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M.R.A., homem, 76 anos, previamente independente e com fibrilação atrial conhecida, é admitido em hospital público 6 horas após início súbito de hemiparesia direita e desvio do olhar conjugado. A tomografia de crânio sem contraste afasta hemorragia, mas evidencia área hipodensa extensa em território da artéria cerebral média esquerda, compatível com infarto isquêmico agudo. Qual é a conduta mais adequada neste momento? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Evitar anticoagulação terapêutica rotineira com heparina na fase aguda do AVC isquêmico, especialmente em infartos extensos.
Iniciar heparina de baixo peso molecular assim que descartada hemorragia, independentemente da extensão do infarto.
Utilizar anticoagulação plena apenas se o AVC for cardioembólico, mesmo com infarto extenso.
Reservar anticoagulação plena para casos com transformação hemorrágica tardia já estabelecida.