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C.M.L., 66 anos, sexo feminino, com diabetes tipo 2, DRC em hemodiálise crônica, foi internada por pielonefrite e hipotensão. Evoluiu com instabilidade hemodinâmica, vômitos e recusa alimentar por mais de 72h. Triagem nutricional inicial positiva. Mantém TFG < 10 mL/min e sinais de catabolismo elevado (PCR aumentada, balanço nitrogenado negativo).
Segundo a diretriz ESPEN, qual deve ser a estratégia nutricional preferencial? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Realizar somente hidratação venosa e correções eletrolíticas, adiando suporte nutricional.
Iniciar nutrição enteral via sonda nasogástrica, com dieta hipoproteica e normocalórica, ajustando para tolerância.
Adotar jejum terapêutico até reversão da condição infecciosa e melhora da estabilidade hemodinâmica.
Priorizar nutrição parenteral suplementar até reintrodução da via enteral, mantendo 1,2–1,5 g/kg/ dia de proteína.


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