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Em uma empresa do setor químico, o PCMSO identificou alterações compatíveis com exposição crônica a solvente aromático em exame de monitoramento biológico de um operador. O trabalhador está assintomático, e o PGR da empresa descreve a presença do agente químico, mas não há avaliação atualizada da efetividade das medidas de controle coletivo e EPI. A direção solicita que o médico do trabalho apenas “acompanhe clinicamente o caso”, sem necessidade de ajustes operacionais. Qual é a conduta mais adequada do ponto de vista técnico e normativo? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Encaminhar o trabalhador ao INSS para avaliação pericial, sem necessidade de modificação ambiental.
Manter o trabalhador na função, recomendando apenas o reforço do uso de EPI e repetição do exame em seis meses.
Desconsiderar a alteração laboratorial diante da ausência de sintomas clínicos e aptidão funcional.
Afastar temporariamente o trabalhador da exposição, revisar a efetividade das medidas de controle do risco, registrar o agravo no prontuário e retroalimentar as ações do PCMSO e do PGR.