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C.D.F., 68 anos, sexo masculino, com DPOC grave e desnutrição proteico-calórica, está hospitalizado por pneumonia. Durante triagem nutricional, apresenta queilite angular, hiporreflexia, fraqueza muscular e alteração de sensibilidade nos membros inferiores. Relata uso crônico de diuréticos tiazídicos e consumo alimentar restrito nas últimas semanas. Exames revelam zinco: 37 mcg/dL (baixo), magnésio: 1,3 mg/dL (baixo), tiamina: indetectável.
Com base na diretriz prática de micronutrientes da ESPEN (2024), qual é a conduta imediata mais adequada? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Iniciar reposição intravenosa de tiamina, zinco e magnésio, mesmo antes da confirmação laboratorial completa, devido ao risco elevado de deficiência múltipla com manifestações clínicas.
Realizar apenas suplementação oral padronizada para idosos, monitorando sintomas e níveis séricos em 7 dias.
Priorizar suporte proteico-calórico e aguardar estabilização clínica antes de repor qualquer micronutriente.
Corrigir exclusivamente o magnésio, por ser o único eletrólito com risco imediato à vida, postergando demais correções.