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A investigação de quadros febris no território adscrito exige a análise do perfil epidemiológico local e a prontidão para notificação de agravos sob vigilância. No que tange à atuação integrada frente a epidemias, assinale a alternativa CORRETA.
O monitoramento epidemiológico de óbitos neonatais ocorridos após quadros febris no território é uma atividade burocrática inútil que dispensa a investigação conjunta entre as equipes de saúde.
As equipes de saúde devem utilizar os sistemas de vigilância epidemiológica e ambiental para o diagnóstico de agravos no território, orientando atuações sobre situações de risco identificadas.
A investigação de focos de arboviroses é tarefa exclusiva dos gestores federais do nível central, sendo vedada a participação dos agentes comunitários de saúde no mapeamento territorial de riscos.
O diagnóstico diferencial da febre em crianças deve ignorar os determinantes sociais, focando exclusivamente no reparo mecânico do centro termorregulador hipotalâmico através de antipiréticos contínuos.
As síndromes febris agudas devem ser tratadas obrigatoriamente através do isolamento compulsório de toda a vizinhança em asilos de longa permanência, visando extinguir a participação social.


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