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Lactente de 5 meses, sexo feminino, portadora de atresia pulmonar com comunicação interventricular, apresenta múltiplas colaterais aortopulmonares originadas da aorta torácica e ausência de artérias pulmonares nativas identificáveis ao cateterismo cardíaco e à angiotomografia. A criança encontra-se com saturação periférica de oxigênio de 78% e sinais incipientes de insuficiência cardíaca congestiva. A equipe de cardiologia pediátrica discute a estratégia cirúrgica. Conforme o quadro descrito, a estratégia CORRETA deve ser:
Unifocalização em estágios com retirada das colaterais aortopulmonares de sua origem aórtica e ligação à artéria pulmonar verdadeira visando ao reparo definitivo posterior.
Correção em estágio único com conexão do ventrículo direito à artéria pulmonar e fechamento da comunicação interventricular.
Implantação de stent no canal arterial para manter a perfusão pulmonar e permitir o crescimento dos vasos pulmonares antes da correção cirúrgica definitiva.
Realização de shunt central (aorta ascendente– tronco pulmonar) como primeiro estágio, seguido da conexão do ventrículo direito à artéria pulmonar e fechamento da comunicação interventricular.
Embolização das colaterais aortopulmonares com implante de molas para reduzir o hiperfluxo pulmonar como tratamento definitivo.