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Um paciente idoso, obeso e com insuficiência cardíaca congestiva é submetido a cirurgia de grande porte. Considerando o enunciado, o fator de risco mais relevante para complicações pós-operatórias graves e que deve ser priorizado no manejo intensivo é:
Idade avançada, por si só, independentemente de comorbidades associadas.
Obesidade isolada, sem considerar repercussões metabólicas ou cardiovasculares.
Insuficiência cardíaca congestiva, pela repercussão direta na perfusão tecidual e risco de descompensação hemodinâmica.
Tempo cirúrgico prolongado, sem relação com condições clínicas prévias.
Presença de cicatrizes cirúrgicas anteriores, sem impacto funcional relevante.