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O transplante renal no Brasil é regulado por normas rigorosas que garantem segurança ao doador e ao receptor, sendo considerado o tratamento mais eficaz para a doença renal crônica terminal. Sobre esse procedimento, assinale a alternativa correta.
São elegíveis para doação em vida os parentes consanguíneos de até 3º grau, cônjuge ou companheiro e não aparentados (mediante liberação psicológica).
Consideramos como critério expandido os doadores falecidos ≥ 60 anos ou com 50-59 anos e 2 dos seguintes: hipertensão, óbito por AVE ou Cr > 1,5.
Em pacientes portadores doença renal policística que dificulta o implante do enxerto na fossa ilíaca, a abordagem ideal é a realização do transplante intraperitoneal.
Durante o implante do órgão, iniciamos pela anastomose arterial, seguido da venosa (utilizando-se fio inabsorvível) e por fim o reimplante ureteral pela técnica de Politano (utilizando-se fio absorvível).
Apesar de ser alocado de forma rotineira, não há evidência forte na literatura para indicar o posicionamento de cateter ureteral (duplo J) durante o reimplante do ureter.