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Em uma criança com epilepsia refratária, a RM sem contraste mostra hipersinal cortical focal em FLAIR e espessamento giral. A equipe sugere adicionar sequência de alta resolução com saturação de gordura e cortes finos para avaliação de displasia cortical. Nesse caso, qual é a consideração técnica fundamental no protocolo pediátrico?
Evitar anestesia, priorizando sequências rápidas de baixa resolução.
Utilizar TR curto e TE longo para maximizar contraste T1.
Adaptar o tempo de sequência e a ordem de aquisição conforme idade e mielinização.
Evitar o uso de FLAIR em crianças pequenas.
Preferir imagens eco de gradiente a spin-eco.