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Suponha a seguinte situação fictícia.
Mulher de 48 anos, obesa com índice de massa corporal 34, direcionada pela regulação à pneumologia com queixa de "falta de ar noturna". Na anamnese, roncos intensos relatados pelo marido, menção a episódios de apneia com despertares súbitos e queixa de fadiga diurna. Sem dispneia diurna. Exame físico sem alterações dignas de nota. Sons respiratórios normais, sem sibilos. Eupneica, FR: 16 irpm. Tolera bem decúbito dorsal. Escala de Epworth 12 de 24.
Considerando a principal hipótese diagnóstica nessa consulta de pneumologia ambulatorial, a conduta apropriada, no âmbito da rede SUS, é:
Devolver a paciente para a atenção primária em saúde para acompanhamento, objetivando perda de peso, higiene do sono e propedêutica complementar.
Prescrever CPAP automática e encaminhar à otorrinolaringologia para avaliação da indicação de uvulopalatoplastia.
Iniciar modafinila 200 mg, VO, diária, por hipersonia e solicitar polissonografia via lista de espera se Epworth maior que 10 persistente.
Encaminhar ao serviço terciário de referência em saúde do sono com indicação prioritária de oximetria noturna, objetivando estratificação de risco.