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Uma paciente de 27 anos, G2P0A1, é atendida com sangramento uterino anormal no primeiro trimestre. A ultrassonografia transvaginal evidencia imagem compatível com mola hidatiforme completa, e é realizado esvaziamento uterino por aspiração a vácuo. O material obtido é enviado para estudo anatomopatológico, que confirma o diagnóstico. No 5º dia após o procedimento, a paciente retorna para orientação sobre o seguimento adequado, incluindo exames complementares e método contraceptivo. Ela está estável e sem sintomas.
Qual é a conduta mais apropriada para o acompanhamento pós-molar?
Solicitar β-hCG mensal desde o primeiro mês, sem necessidade de dosagens semanais. Acompanhar apenas clinicamente e adiar o uso de contraceptivos hormonais combinados por três meses.
Realizar β-hCG semanal até negativação, seguida de dosagens mensais por 6 meses. Iniciar contraceptivo hormonal combinado imediatamente e solicitar radiografia de tórax na primeira consulta pós-evacuação.
Realizar β-hCG semanal por apenas duas semanas, passando para dosagens trimestrais após o primeiro valor indetectável. Solicitar ultrassonografia mensal e indicar DIU como método contraceptivo preferencial.
Realizar β-hCG semanal até negativar, repetindo apenas em caso de sintomas. Dispensar exames adicionais e recomendar evitar métodos hormonais por 6 meses, utilizando somente métodos de barreira.