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Uma criança em uma crise de asma quase fatal encontra-se ventilando em modo volume controlado de 250 mL; fluxo inspiratório constante; pressão pico: 28 cm H2O; pressão platô: 22 cm H2O, frequência respiratória: 15 ipm, tempo inspiratório: 1 segundos; relação I/E: 1:3; PEEP: 5 cm H2O. Com o passar dos dias, a criança melhora do broncoespasmo.
Considere que os parâmetros de ventilação são os mesmos ao longo do tempo (não são modificados ao longo dos dias); assim sendo, como se pode observar, corretamente, a melhora clínica nas curvas de mecânica respiratória?
Diminuição do Gradiente Pressão Pico – Pressão Platô na curva Pressão × Tempo.
Aumento do volume corrente observado na curva Volume × Tempo.
Surgimento de degrau ao final da expiração na curva Fluxo × Tempo.
Mudança para fluxo desacelarante na curva Fluxo × Tempo.
Aumento do Gradiente Pressão – Pressão Platô na curva Pressão × Tempo.