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Após irrigação abundante e normalização do pH ocular, um paciente exposto a um agente alcalino apresenta defeito epitelial corneano extenso, opacidade estromal que impede a identificação dos detalhes da íris e isquemia límbica correspondente a 40% da circunferência. De acordo com a classificação de Roper–Hall, como essa queimadura deve ser classificada?
Grau I, pois o defeito epitelial corneano é o principal achado, com prognóstico favorável.
Grau II, pois a isquemia límbica é inferior à metade da circunferência, mantendo prognóstico favorável.
Grau III, pela opacidade estromal com obscurecimento dos detalhes da íris e isquemia límbica entre 1/3 e 1/2 da circunferência, com prognóstico reservado.
Grau IV, pois qualquer associação entre defeito epitelial extenso e isquemia límbica caracteriza queimadura grave, independentemente da transparência corneana.
Grau I, pois acomete menos que 50% do limbo.