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João Carlos, 74 anos, masculino, aposentado, natural de Belo Horizonte (MG), apresentou fraqueza súbita do hemicorpo direito e dificuldade para falar há aproximadamente 90 minutos. Possui histórico de hipertensão arterial sistêmica em uso de enalapril, diabetes mellitus tipo 2 em uso de metformina e dislipidemia em uso de atorvastatina. No exame físico, a pressão arterial era 160/90 mmHg, frequência cardíaca 88 bpm, NIHSS 14 (hemiparesia direita, desvio da rima labial e afasia motora leve). As pupilas eram isocóricas e reativas, sem sinais de hemorragia meníngea, e os reflexos tendinosos estavam aumentados à direita, com Babinski positivo no hemicorpo direito. A tomografia computadorizada de crânio sem contraste mostrou área de hipodensidade precoce envolvendo mais de um terço do território da artéria cerebral média esquerda, sugestiva de isquemia aguda. Hemograma, eletrólitos, função renal e glicemia estavam dentro dos limites normais. Levando em consideração o caso clínico, qual a conduta adequada neste momento?
Trombólise intravenosa imediata.
Trombectomia mecânica.
Observação clínica apenas, sem intervenção aguda.
Anticoagulação em dose plena.
Transferência para outro hospital sem realizar avaliação neurovascular imediata.