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A hipovolemia e a hipotensão secundárias a episódios de hemorragia são estímulos importantes à atividade neuroendócrina, pois provocam estimulação do córtex adrenal, levando ao aldosteronismo secundário à ativação do eixo renina-angiotensina a partir do aparelho justaglomerular renal.
O proto-oncogene RET é o principal responsável pela doença de Hirschsprung. As mutações do RET podem resultar ainda em diferentes doenças, como o surgimento de tumores neuroendócrinos.
A principal causa da hidrocefalia na criança é a obstrução dos forâmenes de Magendie e Luschka. O tratamento mais aceito é a derivação ventrículo peritonial.
A doença de Caroli, com herança autossômica recessiva, pode ser representada por qualquer tipo de dilatação difusa da via biliar, sem lesão parenquimatosa, em que existe predomínio do acometimento da árvore biliar intra-hepática.
No tratamento conservador para o trauma esplênico dessa criança, deve ser utilizada, sempre que possível, a estabilização hemodinâmica da paciente por meio de reposição volêmica com fluidos e hemoderivados. Se houver necessidade de cirurgia, a ligadura da artéria esplênica pode ser opção para cessar o sangramento antes da realização da esplenectomia.
A hérnia inguinal direta, lateral aos vasos epigástricos inferiores, é muito rara em crianças, correspondendo a aproximadamente 4 % dos casos pediátricos.
Entre as anomalias associadas à atresia de esôfago, recentemente tem sido descrita a presença de hidrocefalia congênita, junto às outras malformações já conhecidas como as vertebrais, anorretais e cardíacas.
O débito cardíaco, a resistência vascular sistêmica e a pressão de encunhamento capilar pulmonar (PCP) elevados, além de pressão arterial média e pressão venosa central diminuídas, são indícios de choque hipovolêmico, nessa situação.
Nesse caso, há necessidade de avaliação genética e endocrinológica, porém, devido ao exame físico, é provável que o diagnóstico seja disgenesia gonadal mista ou pseudohermafroditismo masculino.