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Acerca das cirurgias em recém-nascidos portadores de atresia de intestino, assinale a alternativa correta.
Em uma atresia de íleo, a anastomose deve ser realizada sempre sem ressecção, independentemente da desproporção entre as extremidades.
A verificação de permeabilidade do intestino distal não é necessária quando há atresia do tipo I ou II.
A plicatura intestinal e o tailoring são modalidades empregadas habitualmente em atresias jejunais altas.
O tipo de atresia conhecido como apple peel apresenta uma irrigação ampla, que favorece a ressecção e a correção.
Múltiplas atresias intestinais têm associação com o intestino alongado.
Com relação ao trauma abdominal na criança, assinale a alternativa correta.
A maioria das lesões é decorrente de traumas fechados.
A tomografia de abdome deve ser realizada independentemente do estado hemodinâmico.
A descompressão gástrica com sonda só deve ser realizada na presença de vômitos.
Lesões de vísceras parenquimatosas (fígado, rins ou baço) são sempre cirúrgicas.
A sondagem vesical deve ser realizada na presença de hematúria.
Quanto às hérnias inguinais e às hidroceles, assinale a alternativa correta.
A hipótese diagnóstica de hérnia inguinal deve ser sempre confirmada com ultrassonografia.
A hidrocele tem uma origem diferente da hérnia inguinal.
A chance de estrangulamento da hérnia inguinal aumenta em crianças maiores.
A hérnia inguinal direta é muito rara em crianças.
O procedimento cirúrgico de herniorrafia em crianças pequenas é realizado ambulatorialmente, sob anestesia local.
A apendicite aguda constitui a causa mais comum de abdome agudo inflamatório cirúrgico na criança. Com base nessa informação, assinale a alternativa correta.
A apendicite em lactentes não necessita de ser investigada, sendo um evento isolado.
A cirurgia por videolaparoscopia não é indicada para crianças.
A sintomatologia atípica de apresentação do quadro (diarreia e disúria) é mais comum em crianças maiores.
A apendicite hiperplásica é comum em crianças.
Sobre fimose e hipospádia, assinale a alternativa ERRADA.
As principais complicações pós-operatórias na correção da hipospádia são as fístulas, estenoses, infecção e efeito cosmético inadequado.
Na hipospádia pode-se encontrar, em proporções variadas, malformação do prepúcio, meato uretral ectópico e curvatura ventral (corda).
Malformações do sistema urogenital, que se caracterizam por uma abertura ectópica da uretra junto ao sulco bálano prepucial, caracterizam a epispádia coronal.
A complicação mais comum pós postectomia é sangramento.
A correção operatória das hipospádias deve sempre ser realizada ainda no primeiro ano de vida. Independentemente do tipo de hipospádia, a cirurgia preconizada para os lactentes é a ortofaloplastia e neouretroplastia no mesmo ato cirúrgico.