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Os acessos arteriais estão cada vez mais comuns, tanto pelo aumento do número de procedimentos endovasculares, quanto pelo aumento de acessos arteriais para monitorização em unidades de tratamento intensivo. Com isso, aumentou também o número de complicações.
Sobre as complicações no acesso arterial femoral, assinale a afirmativa correta.
O hematoma inguinal é a complicação mais comum.
O pseudoaneurisma deve ser tratado sempre conservadoramente.
Formação de fístula arteriovenosa não se enquadra nas possibilidades de complicações.
Embolização distal não se enquadra nas possibilidades de complicações.
A trombose arterial deve ser tratada com infusão de trombolíticos de forma sistêmica.
Paciente de 72 anos, sexo masculino, tabagista, hipertenso e dislipidêmico, apresenta-se em consulta ambulatorial com relato de claudicação intermitente incapacitante para mínimas distâncias, mas nega ainda dor em repouso. Ao exame físico dos membros superiores, observa-se baqueteamento digital, porém pulsos radiais amplos e simétricos. Na avaliação dos pulsos dos membros inferiores, observa-se pulsos femorais amplos, pulsos poplíteos ausentes, e pulsos podálicos também ausentes.
Com essas informações, indique as classificações Fontaine e Rutherford para o caso apresentado.
Fontaine I / Rutherford 0.
Fontaine IIa / Rutherford 2.
Fontaine IIb / Rutherford 3.
Fontaine III / Rutherford 4.
Fontaine IV / Rutherford 5.
Paciente com uma lesão ulcerada de pele de orelha, com bordas elevadas, localizada no hélix, com 0,3cm.
Assinale a opção que indica a conduta mais adequada.
Deve tratar-se de um nevo infectado, conduta conservadora com curativos.
Deve tratar-se de um carcinoma baso-celular, a ressecção sem a preocupação com margens é suficiente.
Deve tratar-se de um carcinoma epidermoide a ressecção deve ter margens adequadas e não é necessário a análise histopatológica das margens.
Deve tratar-se de um carcinoma epidermoide a ressecção deve ter margens seguras, se possível checadas em exame de congelação durante a cirurgia.
O carcinoma epidermoide não ocorre na superfície cutânea.
Os problemas de acesso vascular continuam a ser uma importante causa de morbidade e de hospitalização em pacientes com doença renal crônica. Os cateteres para acesso vascular são usados principalmente para superar lacunas temporais criticamente importantes no tratamento dos pacientes em insuficiência renal e tem um papel muito importante no tratamento e na longevidade dos pacientes em hemodiálise.
Considerando o uso de cateteres venosos para hemodiálise assinale a alternativa INCORRETA:
Por convenção, o canal de retirada de sangue de um cateter para hemodiálise é designado como arterial e o canal de retorno do sangue é designado como venoso.
A incapacidade de se aspirar sangue da via arterial do cateter, apesar de uma irrigação fácil com soro, sugere obstrução da via por estar posicionada contra a parede do vaso. Nos casos de cateter de longa permanência essa complicação é facilmente corrigida invertendo-se as vias, sem prejuízo na qualidade da hemodiálise.
A punção venosa às cegas ainda é uma técnica aceitável para a introdução de cateteres não tunelizados para hemodiálise.
A colocação de cateter para hemodiálise na veia jugular interna esquerda, deixa potencialmente em risco a vasculatura do braço esquerdo para acesso permanente, em virtude do risco de estenose do tronco baquiocefálico venoso esquerdo devido a trauma ocasionado pelo cateter.
O diagnóstico clínico das doenças arteriais periféricas baseia-se na busca e na interpretação de sintomas e sinais que podem aparecer no local de uma alteração arterial ou que surgem em decorrência de isquemia no território irrigado pela artéria lesada. É importante notar que, com boa anamnese, consegue-se chegar a um diagnóstico de doença arterial com mais de 90% de possibilidade de acerto, antes mesmo da realização do exame físico.
Diante disso, o conhecimento dos sinais e sintomas torna-se imprescindível: A clássica Síndrome de Lerechi é caracterizada por:
Claudicação intermitente e impotência.
Claudicação intermitente e ausência de pulsos distais.
Claudicação intermitente, ausência de pulsos femorais e impotência sexual.
Claudicação intermitente, lesão trófica e ausência de pulso femorais.