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A causa mais frequente de claudicação intermitente em pacientes jovens é a:
degeneração cística da adventícia.
síndrome do aprisionamento da artéria poplitea.
aterosclerose precoce.
doença hematológica.
persistência da artéria ciática.
Durante a cirurgia de carótida, a manipulação do seio carotídeo produz quais das manifestações abaixo?
Hipotensão e bradicardia.
Hipertensão.
Hipertensão taquicardia.
Hipotensão e taquicardia.
Taquicardia.
Os miomas uterinos são os tumores benignos mais comuns em mulheres na idade reprodutiva. A apresentação clínica é muito variada e pode se manifestar com dor pélvica, hemorragia persistente com anemia, sintomas compressivos, aumento do volume abdominal e infertilidade. O tratamento endovascular através da embolização das artérias uterinas apresenta-se como uma alternativa terapêutica menos invasiva em pacientes com infertilidade e desejo de futura gravidez. Sobre a embolização de mioma uterino é correto afirmar:
As molas fibradas são os agentes embolizantes de escolha na embolização dos miomas uterinos, de forma a promover a oclusão troncular da artéria uterina.
São consideradas contraindicações à embolização uterina os leiomiomas subserosos pediculados, a doença inflamatória pélvica aguda e a neoplasia genital.
É rara a ocorrência de síndrome pós-embolização uterina, de forma que menos de 6% das pacientes desenvolve febre superior a 38ºC associada a dor, anorexia e mal-estar.
O sucesso clínico da embolização do mioma uterino tem baixos índices, proporcionando melhora do sangramento, da dor e dos fenômenos compressivos em menos de 50% dos casos.
Paciente masculino, 26 anos, obeso, encontra-se em acompanhamento com o serviço de urologia por apresentar quadro de lombalgia persistente e hematúria. Durante a investigação ambulatorial, realizou USG (ultrassom) de rins e vias urinárias que descartou nefrolitíase, neoplasia renal e de bexiga, mas percebeu que a veia gonadal esquerda encontrava-se bastante dilatada (calibre de 19mm) e refluxo severo. USG Doppler de veia cava inferior e veias ilíacas descartou trombose venosa ou compressão na veia ilíaca comum esquerda, mas observou achado sugestivo de afilamento pontual na veia renal esquerda, descartando-se que ela fosse retroaórtica. Diante dos achados clínicos descritos, assinale o item que contém os critérios ultrassonográficos para o diagnóstico da provável síndrome a ser investigada na paciente.
Redução do diâmetro (<3mm) da veia renal no local da compressão pela artéria mesentérica; relação (índice) entre as velocidades da veia renal no local e distal à compressão superior a 3; relação (índice) > 4 entre o diâmetro da veia renal na porção hilar e no local de compressão; varizes pélvicas com dilatação da veia gonadal esquerda superior a 6mm de diâmetro.
Redução do diâmetro (<2mm) da veia renal esquerda no local da compressão; dilatação da porção hilar da veia renal esquerda antes do cruzamento com a artéria mesentérica superior (diâmetro > 10 mm); relação (índice) entre as velocidades da veia renal no local e distal à compressão superior a 5; relação (índice) entre o diâmetro da veia renal na porção hilar e no local de compressão > 4.
Compressão na veia renal esquerda com diâmetro < 5mm; dilatação da porção hilar da veia renal esquerda antes do cruzamento com a artéria mesentérica superior (diâmetro > 8 mm); relação (índice) >2 entre as velocidades da veia renal no local e distal à compressão; circulação colateral venosa a partir da veia renal esquerda com dilatação das veias gonadal esquerda, lombar e suprarrenal.
Dilatação da porção hilar da veia renal esquerda antes do cruzamento com a artéria mesentérica superior com diâmetro > 7 mm; turbulência do fluxo no ponto de compressão da veia renal com velocidade sistólica superior a 110 cm/s; relação (índice) entre as velocidades da veia renal no local e distal à compressão superior a 3; circulação colateral venosa a partir da veia renal com dilatação das veias gonadal esquerda, lombar e suprarrenal.
O ultrassom com doppler se tornou o principal exame complementar utilizado na avaliação do paciente com insuficiência venosa crônica devido à sua boa sensibilidade e facilidade de realização. Qual dos seguintes achados não evidencia presença de refluxo patológico no segmento venoso estudado?
Veia perfurante com refluxo de 0,4 segundos.
Veia safena parva com refluxo de 0,7 segundos.
Veia femoral comum com refluxo de 0,9 segundos.
Veia safena magna em coxa com refluxo de 0,6 segundos.