Questões de Concurso sobre Cirurgia Vascular - Página 330 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Cirurgia Vascular

 
 
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A causa mais frequente de claudicação intermitente em pacientes jovens é a:


A

degeneração cística da adventícia.


B

síndrome do aprisionamento da artéria poplitea.


C

aterosclerose precoce.


D

doença hematológica.


E

persistência da artéria ciática.

Durante a cirurgia de carótida, a manipulação do seio carotídeo produz quais das manifestações abaixo?


A

Hipotensão e bradicardia.


B

Hipertensão.


C

Hipertensão taquicardia.


D

Hipotensão e taquicardia.


E

Taquicardia.

Os miomas uterinos são os tumores benignos mais comuns em mulheres na idade reprodutiva. A apresentação clínica é muito variada e pode se manifestar com dor pélvica, hemorragia persistente com anemia, sintomas compressivos, aumento do volume abdominal e infertilidade. O tratamento endovascular através da embolização das artérias uterinas apresenta-se como uma alternativa terapêutica menos invasiva em pacientes com infertilidade e desejo de futura gravidez. Sobre a embolização de mioma uterino é correto afirmar:


A

As molas fibradas são os agentes embolizantes de escolha na embolização dos miomas uterinos, de forma a promover a oclusão troncular da artéria uterina.


B

São consideradas contraindicações à embolização uterina os leiomiomas subserosos pediculados, a doença inflamatória pélvica aguda e a neoplasia genital.


C

É rara a ocorrência de síndrome pós-embolização uterina, de forma que menos de 6% das pacientes desenvolve febre superior a 38ºC associada a dor, anorexia e mal-estar.


D

O sucesso clínico da embolização do mioma uterino tem baixos índices, proporcionando melhora do sangramento, da dor e dos fenômenos compressivos em menos de 50% dos casos.

Paciente masculino, 26 anos, obeso, encontra-se em acompanhamento com o serviço de urologia por apresentar quadro de lombalgia persistente e hematúria. Durante a investigação ambulatorial, realizou USG (ultrassom) de rins e vias urinárias que descartou nefrolitíase, neoplasia renal e de bexiga, mas percebeu que a veia gonadal esquerda encontrava-se bastante dilatada (calibre de 19mm) e refluxo severo. USG Doppler de veia cava inferior e veias ilíacas descartou trombose venosa ou compressão na veia ilíaca comum esquerda, mas observou achado sugestivo de afilamento pontual na veia renal esquerda, descartando-se que ela fosse retroaórtica. Diante dos achados clínicos descritos, assinale o item que contém os critérios ultrassonográficos para o diagnóstico da provável síndrome a ser investigada na paciente.


A

Redução do diâmetro (<3mm) da veia renal no local da compressão pela artéria mesentérica; relação (índice) entre as velocidades da veia renal no local e distal à compressão superior a 3; relação (índice) > 4 entre o diâmetro da veia renal na porção hilar e no local de compressão; varizes pélvicas com dilatação da veia gonadal esquerda superior a 6mm de diâmetro.


B

Redução do diâmetro (<2mm) da veia renal esquerda no local da compressão; dilatação da porção hilar da veia renal esquerda antes do cruzamento com a artéria mesentérica superior (diâmetro > 10 mm); relação (índice) entre as velocidades da veia renal no local e distal à compressão superior a 5; relação (índice) entre o diâmetro da veia renal na porção hilar e no local de compressão > 4.


C

Compressão na veia renal esquerda com diâmetro < 5mm; dilatação da porção hilar da veia renal esquerda antes do cruzamento com a artéria mesentérica superior (diâmetro > 8 mm); relação (índice) >2 entre as velocidades da veia renal no local e distal à compressão; circulação colateral venosa a partir da veia renal esquerda com dilatação das veias gonadal esquerda, lombar e suprarrenal.


D

Dilatação da porção hilar da veia renal esquerda antes do cruzamento com a artéria mesentérica superior com diâmetro > 7 mm; turbulência do fluxo no ponto de compressão da veia renal com velocidade sistólica superior a 110 cm/s; relação (índice) entre as velocidades da veia renal no local e distal à compressão superior a 3; circulação colateral venosa a partir da veia renal com dilatação das veias gonadal esquerda, lombar e suprarrenal.

O ultrassom com doppler se tornou o principal exame complementar utilizado na avaliação do paciente com insuficiência venosa crônica devido à sua boa sensibilidade e facilidade de realização. Qual dos seguintes achados não evidencia presença de refluxo patológico no segmento venoso estudado?


A

Veia perfurante com refluxo de 0,4 segundos.


B

Veia safena parva com refluxo de 0,7 segundos.


C

Veia femoral comum com refluxo de 0,9 segundos.


D

Veia safena magna em coxa com refluxo de 0,6 segundos.

 
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