

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.


Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O aumento da frequência do transdutor resulta em:
Maior penetração.
Maior resolução espacial e menor penetração.
Menor resolução axial.
Redução da atenuação.
Maior artefato de reverberação.
Os monitores de parâmetros fisiológicos são equipamentos críticos na assistência à saúde, permitindo a vigilância contínua de sinais vitais como ECG, oximetria de pulso e pressão não invasiva. Para o engenheiro clínico, assegurar a confiabilidade desses dispositivos exige um gerenciamento rigoroso que abrange desde a calibração periódica e os testes de segurança elétrica até a correta integração à rede hospitalar. A compreensão técnica desses sistemas é fundamental para garantir a segurança do paciente e a precisão nos diagnósticos médicos.
Acerca dos monitores de parâmetros fisiológicos, dadas as afirmativas,
I. Os monitores de parâmetros fisiológicos sofrem, frequentemente, interferências criadas por desfibriladores e pelos bisturis elétricos.
II. Quando na versão modular, os monitores modulares são, em geral, 3 (três) a 4 (quatro) vezes mais leves que os monitores compactos.
III. Entre os parâmetros de escolha desses equipamentos, estão a medição da velocidade do fluxo de ar laminar e os alarmes disponíveis.
verifica-se que está/ão correta/s
I, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Durante a rotina de Engenharia Clínica em um hospital de grande porte da cidade de Arapiraca, um professor do IFAL deve orientar seus alunos sobre a norma NBR IEC 60601-1, que trata da segurança básica de equipamentos eletromédicos. Ao analisar um monitor multiparâmetros classificado como Classe I, observa-se a presença de um pino de aterramento no plugue de alimentação. Qual é a função primordial desse condutor de proteção Classe I?
Serve para estabilizar o sinal de referência (RL) em exames de ECG.
Funciona como um dissipador térmico para a CPU do monitor.
Tem função exclusiva de proteção contra transientes de desfibrilação.
Garante que o equipamento opere em 220 V mesmo em redes de 110 V.
Visa drenar correntes de falha para a terra, evitando que o chassi atinja potenciais perigosos.
Amplificadores de instrumentação para sinais biopotenciais (ECG/EEG) frequentemente incorporam o circuito de Right Leg Drive (RLD).
Em um ambiente hospitalar com forte interferência eletromagnética de 60 Hz, de que forma o RLD contribui para a qualidade do sinal e para a segurança do paciente?
Atua como um transformador de isolamento térmico que impede que o calor dos circuitos eletrônicos queime a pele do paciente.
Converte o corpo do paciente em uma antena dipolo que sintoniza a frequência cardíaca e rejeita todas as outras radiofrequências.
Desliga automaticamente o amplificador, caso detecte que o paciente está tocando em qualquer parte metálica aterrada da cama hospitalar.
Funciona injetando-se uma corrente de 10 mA para garantir que a impedância da pele seja rompida, facilitando a leitura de sinais intracelulares.
Mostra o ruído de modo comum, inverte sua fase e o reinjeta no paciente por meio de um eletrodo de referência, cancelando ativamente a interferência no corpo.
Dentre as alternativas a seguir, o melhor meio físico adjuvante para ajuda no controle de dor crônica em osteoartrite de joelho é:
TENS.
fotobiomodulação.
crioterapia.
ultrassom terapêutico.
terapia por ondas de choque.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Desfibriladores cardíacos modernos utilizam tecnologia bifásica para o tratamento de ritmos de parada como a Fibrilação Ventricular. Em comparação com os antigos modelos monofásicos, a onda bifásica permite a desfibrilação com sucesso, utilizando cargas de energia consideravelmente menores (ex.: 200 J em vez de 360 J).
Assinale a alternativa que apresenta o princípio de bioengenharia que justifica essa maior eficiência terapêutica.
O uso de corrente alternada de alta frequência (10 MHz) na onda bifásica impede que a pele do paciente sofra queimaduras por efeito Joule.
A inversão da polaridade da corrente durante o disparo remove o excesso de carga acumulada nas membranas celulares, promovendo uma despolarização miocárdica mais uniforme e menos lesiva.
A descarga bifásica atua, exclusivamente, no nó sinoatrial, enquanto a monofásica dispersa energia de forma aleatória por todo o mediastino.
A segunda fase da onda bifásica funciona como um sistema de ultrassom que fragmenta coágulos coronários durante a descarga elétrica.
O circuito bifásico eleva a impedância do tórax do paciente para valores acima de 200 Ohms, o que aumenta a voltagem efetiva do choque.
O fenômeno de aliasing ocorre quando:
A velocidade do fluxo excede metade da PRF.
O ganho está baixo.
A frequência Doppler é muito baixa.
O ângulo Doppler é menor que 30°.
O filtro de parede é muito alto.
Na atual era do conhecimento, a rápida evolução de materiais e de procedimentos médicos impõe desafios significativos à segurança tecnológica. Diante de riscos muitas vezes imprevisíveis, fabricantes, instituições de saúde e usuários enfrentam o dilema de adotar inovações em meio às incertezas técnicas. Nesse cenário, o gerenciamento de risco consolida-se como a estratégia fundamental para garantir o desempenho de equipamentos eletromédicos e a segurança do paciente. Para ser eficaz, essa gestão deve ser dinâmica, adaptando processos de avaliação e monitoramento às particularidades de cada contexto durante todo o ciclo de vida da tecnologia.
Considerando-se a constante introdução de inovações tecnológicas no ambiente hospitalar, assinale a alternativa correta.
O gerenciamento de risco é a ferramenta de gestão mais indicada para conciliar o usufruto dos benefícios das inovações com a manutenção da segurança do paciente e do desempenho dos equipamentos.
A consolidação tecnológica de materiais médicos atua como fator de mitigação total de incertezas, estabelecendo um regime de segurança plena que exonera fabricantes e usuários de monitoramento residual.
A natureza preditiva e exaustiva da análise de riscos em tecnologias eletromédicas torna os controles de segurança vigentes autossuficientes, prescindindo de revisões ou de ajustes após a implementação clínica.
O advento de tecnologias disruptivas transfere o ônus da segurança para a cadeia produtiva, de modo que a gestão hospitalar fica desobrigada de mitigar riscos técnicos que não foram previstos nos manuais originais.
A determinação e a avaliação de riscos em equipamentos eletromédicos constituem processos de natureza estática, cujos parâmetros devem ser fixados, invariavelmente, no ato da fabricação e na homologação da tecnologia.
Quanto à estimulação elétrica neuromuscular, assinale a alternativa correta.
Para ganho de resistência muscular, são recomendados uso de frequências altas e contrações mais frequentes.
Pulsos largos requerem maior intensidade de corrente para atingir o mesmo torque evocado.
O protocolo clássico da corrente russa usa um minuto de estimulação e um minuto de repouso repetidos por 10 minutos.
Pulsos estreitos de 200 a 400 microssegundos permitem maior ganho de força.
Os principais parâmetros elétricos da estimulação elétrica funcional (FES) são frequência entre 10 e 150 Hertz, duração de pulso entre 20 e 600 microsegundos e amplitude de corrente de 1 a 120 miliamperes.
A acuidade no diagnóstico de falhas em sistemas médicohospitalares de suporte à vida é um determinante crítico para a segurança do paciente e a continuidade operacional. Embora avarias físicas e interrupções funcionais catastróficas apresentem manifestações evidentes, a análise de causa raiz, muitas vezes, revela falhas latentes ou intermitentes de difícil detecção. Nesse contexto, o engenheiro biomédico deve aplicar metodologias de investigação para discernir entre anomalias de hardware, derivações de calibração (drift) ou degradação de componentes, garantindo a integridade dos requisitos essenciais de desempenho. Sobre o tema, dadas as afirmativas,
I. Um fusível queimado pode resultar em um problema interno, mas também pode ser o resultado de um pico transitório da fonte de alimentação.
II. As falhas mais simples de identificar são aquelas em que o defeito no aparelho surge em certas condições clínicas ou em determinados pacientes.
III. O objetivo da estratégia de correção de uma falha é proporcionar o reparo apropriado do problema no menor tempo possível, caso a falha não seja aparente.
verifica-se que está/ão correta/s
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Assinale a alternativa em que o músculo e a ação muscular correspondente estão adequados.
Músculo quadrado plantar – abdução dos dedos do pé.
Músculo fibular longo – eversão e dorsiflexão.
Músculo tibial anterior – dorsiflexão e eversão do pé.
Músculo tibial posterior – inversão e plantiflexão.
Músculo extensor longo dos dedos – extensão de todos os dedos do pé.
A quantidade de ionização produzida no ar devido à presença de radiação ionizante é um fator importante para a avaliação da exposição à radiação. Esse parâmetro é utilizado em radiologia, física médica e proteção radiológica para estimar o impacto da radiação no ambiente. Qual dos seguintes termos é utilizado para descrever essa quantidade de ionização produzida no ar?
Dose absorvida.
Dose efetiva.
Eficácia.
Taxa de decaimento radioativo.
Exposição.
Assinale a alternativa que apresenta uma vantagem do uso de unidades de “afterloading” remoto no tratamento com braquiterapia de alta taxa de dose (HDR).
Proporcionam a capacidade de otimizar as distribuições de dose além do que é possível com o “afterloading” manual.
São mais baratas do que os sistemas manuais e não exigem manutenção frequente.
Eliminam completamente a necessidade de monitoramento da exposição ocupacional dos profissionais.
Não requerem planejamento prévio do tratamento devido à automação total do sistema.
São restritas a tratamentos de câncer em estágios iniciais.
Alguns métodos amplamente utilizados para proporcionar distribuições de dose ideais na braquiterapia, otimizando o tratamento no volume irradiado, incluem sistemas específicos que foram desenvolvidos ao longo do tempo. Esses sistemas permitem ajustar com precisão a distribuição da radiação, aumentando a eficácia do tratamento oncológico e reduzindo os danos aos tecidos saudáveis. Com base nisso, os sistemas reconhecidos para essa finalidade são:
sistema de Paterson-Parker (também conhecido como Sistema de Manchester).
sistema memorial e sistema de Paris.
sistema MLC (colimador multilâminas).
sistema memorial e sistema MLC.
sistema de Paris.
Um físico médico está avaliando dois planos de tratamento gerados por uma solução do sistema de planejamento, para um caso de tumor cerebral com a técnica conformacional 3D. O volume a ser tratado (PTV, Planning Target Volume) e os órgãos de risco (OARs, Organs at Risk), como tronco encefálico e nervos ópticos, foram delineados por um dosimetrista. Após a geração das curvas de histograma dose-volume dos planos A e B, são feitas as seguintes observações:
Plano A: 95% da cobertura no PTV, o V70 do tronco encefálico é 5%, e a dose máxima no nervo óptico é 7 Gy.
Plano B: 90% da cobertura no PTV, o V70 do tronco encefálico é 0%, e a dose máxima no nervo óptico é 5 Gy.
A respeito do exposto, analise os itens.
I. O plano A apresenta melhor cobertura do PTV do que o plano B.
II. O plano B prioriza a proteção dos OARs, em detrimento da cobertura do PTV.
III. A curva histograma dose-volume não fornece informações sobre a localização espacial da dose.
IV. O plano A seria preferido em situações clínicas em que a erradicação tumoral é mais crítica do que o risco de toxicidade.
Está CORRETO o que se afirma:
Apenas nos itens I e IV.
Apenas nos itens I, II e III.
Apenas nos itens II, III e IV.
Em todos os itens.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Os valores dos níveis de registro e de investigação para a dose equivalente anual no cristalino são, respectivamente:
1 mSv e 20 mSv.
2 mSv e 6 mSv.
6 mSv e 20 mSv.
0,1 mSv e 1 mSv.
A figura a seguir apresenta a dependência da seção de choque mássica para o efeito fotoelétrico (τ) para o tungstênio (Z = 74) em função da energia dos fótons incidentes:

(XCOM. Disponível em: https://physics.nist.gov/cgi-bin/Xcom/)
As descontinuidades (I, II e III), observadas na seção de choque, ocorrem para valores de energia bem definidos, correspondentes às energias
da radiação característica: (I) Kα1 ; (II) Κα2 ; (III) Kβ.
da radiação característica: (I) Kα; (II) Lα; (III) Mα.
de desintegração no decaimento γ nos níveis (e/ou subníves): (I) Kα; (II) Lα; (III) Mα.
de ligação dos elétrons nos níveis (e/ou subníves) das camadas: (I) M; (II) L; (III) K.
de ligação dos elétrons nos níveis (e/ou subníves) das camadas: (I) K; (II) L; (III) M.
Quais são, respectivamente as energias médias transferida (Etr) e absorvida (Eab) por interação para fótons com energia igual a 10 MeV incidentes no chumbo?
Dados:
(μ/p) ≅ 0,050 cm2 /g; (μtr) ≅ 0,041 cm2 /g e g ≅ 0,24
Etr = 10 MeV e Eab = 7,6 MeV
Etr = 8,2 MeV e Eab = 6,2 MeV
Etr = 8,2 MeV e Eab = 7,6 MeV
Etr = 7,6 MeV e Eab = 6,2 MeV
Etr = 6,2 MeV e Eab = 7,6 MeV
A figura a seguir apresenta os espectros de energia cinética das partículas emitidas por radionuclídeos em dois diferentes tipos de decaimentos radioativos. O valor máximo de energia cinética corresponde à energia de desintegração Q.

(Emico Okuno e Elisabeth M. Yoshimura. Física das Radiações. Adaptado)
Assinale a alternativa que corresponde, correta e respectivamente, aos tipos de partículas emitidas nos decaimentos (I) e (II).
I: α e II: β+
I: α e II: β–
I: β– e II: γ
I: β– e II: β+
I: β+ e II: β–
Sabendo-se que quatro das curvas de atenuação representadas na figura foram obtidas utilizando um tubo de raios X tendo seus feixes filtrados com filtros adicionais de cobre de espessuras diferentes e uma delas com uma fonte monoenergética, é correto afirmar que
Considere: fA: espessura do filtro adicional do feixe que gerou a curva A, fB: espessura do filtro adicional do feixe que gerou a curva B ... fE: espessura do filtro adicional do feixe que gerou a curva E
fA > fB > fC > fD e a curva E refere-se ao feixe monoenergético.
fA < fB < fC < fD e a curva E refere-se ao feixe monoenergético.
fB > fC > fD > fE e a curva A refere-se ao feixe monoenergético.
fA = fB = fC = fD e a curva E refere-se ao feixe monoenergético.
fB < fC < fD < fE e a curva A refere-se ao feixe monoenergético.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.