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A cervicobraquialgia é uma causa comum de consulta médica na área da clínica médica, ortopedia e neurocirurgia, em ambulatórios e emergências. Na avaliação da coluna cervical, durante o exame neurológico, avalia-se as raízes cervicais testando a função motora, sensitiva e reflexos tendinosos. Na avaliação no nível neurológico de C6, temos:
A avaliação motora realizada através da abdução do ombro e flexão do cotovelo.
O reflexo é braquiorradial com sua sensibilidade avaliada na porção lateral do braço, polegar e indicador.
A sensibilidade da face lateral do braço e seu reflexo o bicepital.
A avaliação motora através da extensão do cotovelo, flexão do punho e extensão dos dedos com a sensibilidade do dedo médio e reflexo triceptal.
A avaliação motora através musculatura interóssea com a abdução dos dedos, e a sensibilidade na face medial do braço e não há reflexo tendíneo.
A fratura subtrocantérica é uma fratura que ocorre na extremidade proximal da diáfise do fêmur numa região tipicamente localizada entre o pequeno trocânter e cinco centímetros abaixo deste. O uso de haste ou placa dependerá do treinamento e preferência do cirurgião. As classificações ajudam mais em saber que tipo de fixação proximal a haste, quando indicada, deve ter, e não definir se usaremos placa ou haste. Baseado na classificação de Russel-Taylor, assinale a alternativa que se refere ao tratamento para fratura subtrocantérica com fossa piriforme intacta e pequeno trocânter fraturado:
Haste estândar (parafusos proximais transversais na região do pequeno trocânter).
DCS associado a enxerto ou Haste de reconstrução.
Haste de reconstrução (parafusos proximais oblíquos no colo do fêmur).
Haste de reconstrução (parafusos proximais transversais no colo do fêmur).
DCS ou Haste de reconstrução.
No que diz respeito às vias de acesso em cirurgia traumato-ortopédica, a abordagem anterior da coluna cervical é utilizada para patologias degenerativas, tumorais e pós-traumáticas entre C2 e a parte superior de T2. A incisão pode ser transversa, acompanhando as linhas da pele do pescoço quando forem abordados um ou dois níveis. Quando escolhida as vértebras cervicais C4 a C5, a incisão transversa deve se dar da seguinte maneira:
Incisão dois dedos e meio transversos acima da clavícula ou no nível da cartilagem cricóidea.
Incisão no nível da cartilagem tireóidea ou três dedos acima da clavícula.
Incisão dois dedos acima da clavícula.
Incisão no nível da cartilagem tireóidea ou dois dedos acima da clavícula.
Incisão dois dedos transversos abaixo da mandíbula, no nível do osso hioide.
A fratura do fêmur é uma das principais causas de morbidade e mortalidade em traumatismos de alto impacto. A fratura do fêmur é tão grave, que pode ocorrer uma perda de mais de 1 litro de sangue decorrente dessa fratura. Assinale a alternativa que se refere ao diagnóstico descrito abaixo:
"Geralmente o diagnóstico destas fraturas é feito através de radiografias convencionais nas incidências de frente (AP) e de perfil (P). Nas fraturas cominutivas e decorrentes de traumas de grande energia, radiografias com tração e rotação interna devem ser realizadas, pois possibilita a escolha do melhor implante a ser utilizado. Nos raros casos de dúvida quanto ao diagnóstico de fratura, oculta ou fratura incompleta, em um paciente com histórico de queda, incapacidade funcional e quadril doloroso, pode-se utilizar a cintilografia óssea, tomografia computadorizada ou a ressonância magnética. Estes métodos têm demonstrado excelente sensibilidade na identificação destas lesões, sobretudo a na fase T1".
Fraturas transtrocanterianas do fêmur.
Fraturas do colo femoral.
Fraturas subtrocantéricas do fêmur.
Fratura supracondiliana do fêmur.
Fraturas diafisárias do fêmur.
Um homem de 29 anos de idade procura seu médico para avaliação de dor lombar. A dor é intensa, piora pela manhã, alivia com exercício físico e torna-se mais intensa com o repouso; em particular, o sono noturno é difícil. Sente muita rigidez pela manhã, que dura pelo menos 30 minutos. Efetua-se uma ressonância magnética da região lombar, que revela inflamação ativa da articulação sacrilíaca. Ao ser questionado, o paciente relata uma história de hiperemia ocular unilateral tratada com corticosteroides há cerca de 2 anos. o teste para hla-b27 é positivo. Qual o tratamento de primeira linha para a condição desse paciente?
lnfliximabe.
Naproxeno.
Prednisona.
Rituximabe.
tramadol.