A fratura de Tiallux é definida como fratura da porção ântero-lateral da epífise tibial, classificada como uma lesão de Salter-Harris tipo III. Ocorre por mecanismo de rotação externa do tornozelo, sendo o ligamento tibiofibular anterior que provoca o desvio do fragmento.
Paciente diabético com controle adequado da glicemia sofre uma fratura de tornozelo, fechada, e realiza tratamento cirúrgico. Após 03 semanas da cirurgia, no raio X , observa-se uma lise óssea intensa e soltura da placa da fíbula. A paciente nega trauma, nega deambulação e nega febre.
A provável razão dessa complicação é:
A
uma fratura de Maisonneuve não diagnosticada.
B
doença de Charcot.
C
um controle inadequado da glicemia no pré e pós-operatório.
D
a paciente andou sem imobilização e antes do tempo acordado.
E
uma fixação inadequada da fratura com o uso de somente uma placa na fíbula.
Os tratamentos indicados para metatarso varo flácido são fisioterapia, utilização de calçados e palmilhas adequadas e reavaliação periódica. Já os tratamentos para metatarso varo rígido são fisioterapia e trocas regulares de imobilização gessada. Caso não haja respostas aos tratamentos é indicado a cirurgia para descompressão das articulações e sua correção forçada, por meio de pinos nas regiões tarsometatarsianas, ostectomia da base dos metatarsos.
Homem, 24 anos, jogador de futebol, apresenta dor progressiva na face lateral do pé, sem história de trauma. Radiografias simples evidenciam traço de fratura transverso sem desvio no terço proximal da diáfise do 5º osso metatarsal. De acordo com a classificação de Kaeding–Miller para fratura por stress, a descrita corresponde ao tipo:
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