Devido aos elevados índices de sucesso nas últimas décadas, o transplante renal se tornou uma forma
de terapia substitutiva renal amplamente utilizada. No entanto, o enxerto renal pode ser alvo de uma
série de injúrias aloimunes e não-aloimunes. De acordo com as recomendações do Banff (2017), é
CORRETO afirmar que:
A
A presença de inflamação em área de fibrose intersticial e atrofia tubular (i-IFTA) é considerada uma
consequência morfológica específica relacionada à rejeição crônica celular, apresentando semelhantes
taxas de sobrevida do enxerto quando comparada à fibrose intersticial e atrofia tubular sem inflamação.
B
A presença de inflamação moderada com fibrose intersticial e atrofia tubular, na presença de tubulite
moderada ou severa, envolvendo mais de 25% de topografia cortical, é considerada critério
morfológico para Rejeição Crônica Celular em Atividade, na ausência de complicações não-aloimunes.
C
A imunomarcação focal (<10%) por C4d dos capilares peritubulares, na presença de critérios
morfológicos inflamação microvascular, deve ser considerada suficiente para o diagnóstico de
Rejeição Mediada por Anticorpos independentemente da presença de anticorpos anti-doador (DSA)
detectáveis.
D
A pesquisa sorológica de Anticorpos anti-doador (DAS), em pacientes com imunomarcação por C4d
em capilares peritubulares e critérios morfológicos para Rejeição Mediada por Anticorpos, tem baixa
aplicabilidade clínica, pois apresentam baixa especificidade para avaliação de resposta terapêutica.
A citogenética com bandeamento G permite a análise do gene
mutado, pois sua técnica envolve reação cadeia de polimerase,
nos diagnósticos das leucemias agudas como PML-RARA
ou BCR-ABL, respectivamente para LMA M3 (leucemia
mieloide aguda promielocítica) e LMC (leucemia mieloide
crônica).
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