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A identificação de uma pessoa se define como um conjunto de características que individualizam a pessoa, tornando-a diferente das demais. Sob esta óptica, o exame de DNA, embora moderno e com alto grau de confiabilidade, não é suficiente para a determinação da identidade, pois via de regra, essas análises são realizadas utilizando-se, como material de comparação, amostras de familiares, sendo assim um método capaz de gerar o grau de parentesco e, não a identidade propriamente dita, ou seja, pode determinar se um indivíduo é filho de alguém, mas não qual dos filhos. Outras técnicas, científicas, ao contrário do exame de DNA, podem, isoladamente, conferir a identidade a um cadáver, considerando a preexistência de parâmetros de comparação. Entre essas técnicas, aquelas que identificam são:
  • A. Impressão dactiloscópica, arcada dentária e sobreposição de imagens.
  • B. Reconhecimento de familiares, arcada dentária e sobreposição de imagens.
  • C. Reconhecimento de familiares, sinais particulares e sobreposição de imagens.
  • D. Impressão dactiloscópica, arcada dentária e reconhecimento por familiares.
  • E. Impressão dactiloscópica, sinais particulares e sobreposição de imagens.