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Para uma consolidação direta da fratura, ou seja, sem a formação de calo ósseo, como em fraturas articulares, deve-se optar por métodos que promovam a estabilidade absoluta do foco de fratura, em oposição aos métodos de estabilidade relativa. Para isso, é possível dispor de métodos de compressão interfragmentária. São considerados métodos de compressão interfragmentária, EXCETO:
Placas em ponte.
Banda de tensão.
Parafuso de tração.
Placa acoplada a um dispositivo de compressão.
O diagnóstico da luxação do quadril pode ser feito pela radiografia simples de bacia. No entanto, é possível suspeitar de tal lesão pela descrição do mecanismo do trauma e exame físico do paciente, de acordo com a posição do membro inferior no momento do exame, na ausência de fratura da diáfise do fêmur, ou do fêmur proximal. É viável classificá-las, conforme a localização da cabeça do fêmur em relação ao acetábulo. Considerando a posição do membro com o tipo de lesão esperada, assinale a associação correta.
Luxação anterior: hiperabdução; extensão; e, rotação externa.
Fratura-luxação posterior: extensão; abdução; e, rotação externa.
Luxação anterior: flexão parcial; pouca adução; e, rotação interna.
Luxação posterior sem fratura: flexão; abdução; e, rotação externa.
Paciente, 10 anos de idade, comparece ao pronto-socorro após queda, apresentando fratura da fise distal do rádio esquerdo. Na radiografia, foi constatada uma fratura atravessando a epífise, a placa epifisária e a metáfise do rádio. A fratura descrita é classificada, segundo Salter-Harris, como tipo:
II
III
IV
V
As fraturas do colo do tálus, um desafio ao cirurgião ortopédico, são reconhecidas pela grande frequência de resultados insatisfatórios, com alta incidência de complicações graves, como a osteonecrose. De acordo com as recomendações da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, assinale, a seguir, o melhor tratamento nas fraturas do colo do tálus do tipo II, III e IV de Hawkins.
Conservador com imobilização gessada.
Cirúrgico com redução aberta e fixação interna.
Cirúrgico com redução fechada e fixação externa.
Conservador com restrição de carga e fisioterapia.
Paciente, 25 anos, sexo feminino, foi vítima de atropelamento por moto há duas horas e apresentou trauma exclusivo do membro inferior esquerdo com luxação do joelho. Encontra-se estável hemodinamicamente, sem lesões em demais partes do corpo. Ao exame: luxação posterior do joelho, ausência de pulso poplíteo, tibial anterior,tibial posterior e pedioso. Região distal à luxação com palidez, dor, enchimento lentificado e deficit sensitivo. Membro contralateral sem alterações. Assinale a melhor conduta para o caso hipotético.
Arteriografia do membro inferior esquerdo para investigação de lesão vascular; reparo desta, se necessário, seguida de redução da luxação do joelho.
Redução da luxação do joelho e aguardar por 24 horas para o reaparecimento dos pulsos distais; caso ausentes após este período, investigar lesão vascular.
Redução da luxação do joelho, seguida de exame de imagem do membro inferior esquerdo para investigação de lesão vascular e reparo desta, se necessário.
Arteriografia do membro inferior esquerdo para investigação de lesão vascular; reparo desta, se necessário, seguida de colocação de tala transarticular no joelho.