O Modelo de Atenção às Condições Crônicas (MACC), proposto por Mendes (2011), citado no documento do Ministério da Saúde, “Diretrizes para o cuidado das pessoas com doenças crônicas nas Redes de Atenção à Saúde e nas linhas de cuidado prioritárias” (2013), estrutura-se em cinco níveis de intervenções de saúde sobre seus determinantes e suas populações, a partir dos quais se definem ações e práticas de saúde mais adequadas. Sobre estes, é CORRETO afirmar que:
O nível 01 opera com a população total de uma Rede de Atenção à Saúde, com foco nos determinantes sociais intermediários, tais como as condições de vida e de trabalho e o acesso aos serviços essenciais, propondo intervenções de promoção da saúde.
O nível 02 opera com subpopulações estratificadas por fatores de risco, com foco nos determinantes, ligados aos comportamentos e estilos de vida, propondo intervenções de atenção e reabilitação.
A partir do nível 03, opera-se com subpopulações, que já apresentam doença crônica estabelecida em condições de baixo ou médio risco, com foco em ações de autocuidado apoiado, mas sem possibilidade de atenção clínica na Atenção Básica.
O nível 04 opera com subpopulações, com condição crônica de baixo ou médio risco, observando-se a necessidade mais significativa de cuidados profissionais especializados.