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Nos traumatismos cranioncefálicos graves, após intubar o...

Nos traumatismos cranioncefálicos graves, após intubar o doente, o médico assistente emergencista deve se preocupar em manter a PCO2 entre:


A

25 e 35 mmHg.


B

10 e 15 mmHg.


C

15 e 20 mmHg.


D

5 e 15 mmHg.


E

10 e 20 mmHg.