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Jovem de 17 anos do sexo feminino foi encontrada em confusão mental e com a fala arrastada. Segundo os familiares, teria ingerido quantidade indefinida do veneno para ratos denominado popularmente de “chumbinho”, provavelmente adquirido de forma ilegal. Ao exame físico encontrava-se comatosa, com miose palpebral, sudoreica e com miofasciculações. A ausculta respiratória apresentava roncos e sibilos e o ritmo cardíaco era regular, com FC de 56 bpm e PA de 90/55 mmHg.
A abordagem inicial dessa paciente, além das medidas de manutenção das funções vitais, exige
atropina a cada duas horas até que ocorra midríase e aumente a frequência de pulso.
atropina a cada dez minutos até que desapareçam os sinais muscarínicos.
atropina em infusão contínua venosa associada ao metilsufato de pralidoxima.
metilsulfato de pralidoxima associado à atropina a cada duas horas.
somente o metilsulfato de pralidoxima por via intravenosa repetido a cada seis horas.