A atuação na atenção primária requer vínculos de
responsabilização das equipes, inclusive havendo ampliação
da relação clínica, que ultrapassa as dimensões biológicas,
adentrando em aspectos íntimos da família assistida. Esse
evento não deve ser motivo de questionamentos quanto aos
limites de interferência no estilo de vida daquela família,
pois a equipe de saúde da família sempre realiza ações com
fulcro na beneficência e na autonomia.