Questões de Concurso sobre Meteorologia

 
 
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O esquema abaixo representa ventos horizontalmente balanceados, ou seja, ventos que se aproximam do vento realmente observado, seja em níveis superiores da atmosfera ou em níveis da Camada Limite Atmosférica, no mesmo horário, em 6 pontos que simulam a localização de estações meteorológicas. Isso faz parte da tecnologia de monitoramento adotado para subsidiar a modelagem matemática da dispersão atmosférica de potenciais poluentes e efluentes, conforme exigido pelas normas ambientais e de segurança (incluindo diretrizes que se alinham à CNEN-NN3.01 para instalações nucleares). Observa-se que os pontos 1 e 4 estão sobre uma mesma isógona, assim como os pares de pontos 2-5 e 3–6. Além disso, notam-se isóbaras paralelas (linhas contínuas) na região.


Imagem associada para resolução da questão


Com base nessas informações e nos princípios das escalas meteorológicas, assinale a opção correta.


A

O escoamento na região é predominantemente zonal.


B

A mesma isotaca pode ser traçada passando sobre as estações 5 e 6.


C

Os ventos nas estações 1 e 4 são subgeostróficos, presentes na Camada de Ekman.


D

Os ventos nas estações 3 e 6 são geostróficos, e sopram fora da Camada Limite.


E

Os ventos nas estações 2 e 3 são geostrófico e subgeostrófico, respectivamente.

Uma indústria química na periferia de São Paulo - SP enfrenta um aumento inesperado na demanda por um produto, exigindo uma produção contínua de alta intensidade nas próximas 24 horas. Para atender à demanda e maximizar o lucro, a produção deve operar com a capacidade máxima, o que resultará em uma emissão significativa de poluentes pela chaminé. A diretoria da empresa, preocupada com a imagem e com possíveis multas ambientais, solicitou a um meteorologista que avalie se as condições atmosféricas serão favoráveis à dispersão desses poluentes. Para a análise e devido a um apagão de dados, o meteorologista utilizou apenas dados de vento real em dois níveis atmosféricos distintos, fora da Camada Limite Atmosférica, onde o vento geostrófico é uma boa aproximação. Em 850 mb o vento sopra de sudoeste (SW), com velocidade moderada e em 200 mb o vento sopra de oeste (W), com velocidade maior que a do nível inferior.


Assinale a opção que representa a conclusão mais precisa do meteorologista sobre as condições para a emissão de poluentes pela chaminé.


A

A rotação do vento no sentido horário com a altura (de SW para W) indica advecção quente, que, combinada com a velocidade moderada do vento, cria as condições ideais para a dispersão dos poluentes.


B

A mudança na direção do vento entre os dois níveis indica uma advecção fria. A atmosfera estará instável, promovendo a mistura vertical e, portanto, a dispersão dos poluentes, o que sugere que a produção pode operar com menor risco de acúmulo de poluição.


C

A mudança na direção do vento entre os dois níveis indica uma advecção quente. A atmosfera estará estável, favorecendo a formação de uma inversão térmica que impedirá a dispersão vertical dos poluentes. Portanto, a produção nas próximas 24 horas pode levar a uma concentração de poluição em níveis perigosos.


D

A velocidade do vento maior no nível de 200 mb do que no em 850 mb garante uma boa dispersão dos poluentes, independentemente do tipo de advecção. Portanto, a produção pode prosseguir sem preocupações.


E

A análise de apenas dois níveis de vento não é suficiente para determinar o tipo de advecção e, portanto, não permite uma conclusão sobre a dispersão dos poluentes.

Durante as obras de terraplanagem para a instalação de uma nova unidade no Complexo Nuclear de Angra (Angra III), a equipe de segurança e Meteorologia monitorava as condições de tempo, conforme exigido para o licenciamento da obra. Sob condições sinóticas de céu claro e forte aquecimento diurno, um fenômeno meteorológico local conhecido como Dust Devil se formou, gerando uma grande nuvem de poeira que reduzia drasticamente a visibilidade e criava um risco operacional (risco não radiológico). O meteorologista de plantão, parte integrante do programa de apoio meteorológico da instalação, ilustrou o fenômeno no esquema a seguir para explicá-lo ao responsável técnico da obra e ao supervisor de radioproteção.


Imagem associada para resolução da questão


No diagrama, o item I representa o vento tangencial, resultante do equilíbrio entre os itens II e III, que correspondem às principais forças atuantes no fenômeno.


À luz da Norma CNEN NN 3.01 e das responsabilidades do titular/requerente, assinale a opção correta em relação aos itens I, II e III.


A

I: Vento ciclostrófico; II: Força do gradiente de pressão; III: Força de Coriolis.


B

I: Vento ciclostrófico; II: Força do gradiente de pressão; III: Força centrífuga.


C

I: Vento gradiente; II: Força do gradiente de pressão; III: Força de Coriolis.


D

I: Vento gradiente; II: Força do gradiente de pressão; III: Força centrífuga.


E

I: Vento gradiente; II: Força de Coriolis; III: Força centrífuga.

Uma indústria está preocupada em quantificar o fluxo de CO₂ proveniente de uma área adjacente de restinga, que apresenta vegetação arbustiva e acúmulo de serapilheira, para garantir que as licenças ambientais estejam em conformidade. Para isso, foi solicitado um estudo que permite distinguir a contribuição das emissões biogênicas da restinga daquelas originadas pela própria indústria. No entanto, uma fase pré-analítica foi conduzida por um meteorologista júnior, considerando amostras (ver tabela) de três pares de dados instantâneos da componente vertical de velocidade do vento (𝑤) e da concentração de CO₂ (𝐶𝐶𝑂2 em ppm), coletados em escala de segundos, para o cálculo do fluxo de CO₂, isto é, 𝐹𝑐 = , onde (= 1,2 kg ⋅ m-3) é a densidade média do ar úmido para o período de medição; 𝐾 (= 1,5×10−6 kg ⋅ kg-1 ⋅ ppm-1) é o fator de conversão molar de unidades (ppm para kg/kg) para o CO₂; é a covariância, média do produto entre a flutuação da componente vertical de velocidade do vento (𝑤′) e a flutuação da concentração de CO₂ (𝐶'𝐶𝑂2′).


Imagem associada para resolução da questão


Reproduza o cálculo do fluxo de CO₂ (𝐹𝑐) em kg/m2s realizado pelo do meteorologista júnior, e assinale a opção que contenha o valor do fluxo e a justificativa mais adequada para o cenário.


A

𝐹𝑐 = 0 kg ⋅ m-2 ⋅ s-1. A ausência de fluxo indica equilíbrio entre absorção e emissão de CO₂, o que seria esperado em uma área natural estável e mínima influência antrópica.


B

𝐹𝑐 = + 3,6 10-6 kg ⋅ m-2 ⋅ s-1. O fluxo positivo sugere que a área está absorvendo CO₂ (sumidouro de carbono), o que contradiz a presença da indústria e da serapilheira.


C

𝐹𝑐 = + 3,6 10-6 kg ⋅ m-2 ⋅ s-1. O fluxo negativo indica que a área está absorvendo CO₂ da atmosfera (fotossíntese dominante), o que não faz sentido para o cenário descrito.


D

𝐹𝑐 = +3,6 10-6 kg ⋅ m-2 ⋅ s-1. O fluxo positivo indica que o ecossistema está emitindo CO₂ para a atmosfera (fonte), o que é consistente com a emissão da serapilheira e a influência industrial.


E

𝐹𝑐 = +3,6 10-3 kg ⋅ m-2 ⋅ s-1. O fluxo positivo está correto, mas o valor é muito alto para um ecossistema natural, indicando forte contaminação industrial.

A distinção entre clima e tempo atmosférico é fundamental para a compreensão dos fenômenos meteorológicos e para a análise geográfica das dinâmicas naturais e de suas repercussões sobre as atividades humanas. Esses conceitos, embora relacionados, referem-se a escalas temporais e analíticas distintas. Com base nos fundamentos da Meteorologia e da Geografia, analise as afirmativas a seguir.


I.O tempo atmosférico refere-se ao estado momentâneo da atmosfera em um determinado lugar, podendo variar rapidamente ao longo do dia em função de alterações nos elementos atmosféricos.

II.O clima corresponde ao comportamento médio e habitual do tempo atmosférico ao longo de longos períodos, geralmente calculado a partir de séries históricas de, no mínimo, trinta anos.

III.Elementos como temperatura, umidade, pressão atmosférica, ventos e precipitação são utilizados tanto na análise do tempo atmosférico quanto na caracterização do clima.

IV.O clima é totalmente estável e imutável ao longo do tempo, não sofrendo interferência de fatores naturais de longa duração nem das ações humanas sobre o meio ambiente.


Assinale a alternativa correta.


A

Apenas as afirmativas II e IV estão corretas.


B

Apenas as afirmativas I, II e IV estão corretas.


C

Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas.


D

Apenas as afirmativas I e II estão corretas.

No fim da tarde, uma área extensa começou a registrar desenvolvimento de nuvens convectivas.


Sem considerar fatores de organização como cisalhamento do vento, os três ingredientes básicos para iniciar convecção (formação de células convectivas) são


A

ar seco, ar estável e subsidência persistente.


B

ar instável, inversão térmica e vento fraco em todos os níveis.


C

vapor d’água suficiente, ar instável e um mecanismo de levantamento.


D

baixa pressão em superfície, resfriamento radiativo noturno e ar muito frio.


E

convergência em superfície, baixo teor de umidade e instabilidade.

Um meteorologista vai emitir um TAF (Terminal Aerodrome Forecast) para apoiar o planejamento de operações do aeródromo.


As seguintes informações devem aparecer, no mínimo, na descrição das condições previstas:


A

vento, visibilidade, fenômenos meteorológicos (quando aplicáveis) e nebulosidade (ou visibilidade vertical).


B

pressão atmosférica ao nível médio do mar, temperatura do ar, temperatura do ponto de orvalho e nebulosidade.


C

precipitação acumulada, intensidade da precipitação por radar, pressão atmosférica ao nível médio do mar e vento máximo do dia.


D

vento, visibilidade, temperatura do ar e umidade relativa do ar.


E

vento, fenômenos meteorológicos, nebulosidade e pressão atmosférica ao nível médio do mar.

Uma parcela de ar, que está inicialmente ao nível médio do mar (NMM), tem temperatura (T) de 30 °C e temperatura do ponto de orvalho (Td) de 22 °C.


Se essa parcela de ar é forçada a subir a encosta de uma montanha, sua temperatura (T) e sua temperatura do ponto de orvalho (Td) quando atingir 1000 m de altura serão, respectivamente,


A

T = 24°C e Td = 21 °C.


B

T = 24 °C e Td = 20 °C.


C

T = 20 °C e Td = 20 °C.


D

T = 20 °C e Td = 18 °C.


E

T = 20 °C e Td = 12 °C.

Dos sistemas meteorológicos listados abaixo, assinale o que não atua na Região Sudeste do Brasil.


A

Sistemas Frontais.


B

Ciclones Subtropicais.


C

Ciclones Extratropicais.


D

Zona de Convergência do Atlântico Sul.


E

Zona de Convergência Intertropical.

Uma camada de ar atmosférico se instabilizará, quando for


A

aquecida por baixo e resfriada por cima.


B

resfriada por baixo e aquecida por cima.


C

resfriada por baixo até que seu ponto de orvalho (Td) seja maior do que sua temperatura (T).


D

aquecida por baixo até que seu ponto de orvalho (Td) seja maior do que sua temperatura (T).


E

apenas aquecida por cima.

Um meteorologista de uma empresa foi solicitado a estimar a intensidade do vento no nível da chaminé de uma fábrica, pois uma operação de emissão de poluentes estava prestes a ocorrer. Ao consultar os dados da torre meteorológica próxima, percebeu que o sistema estava fora do ar. Sem alternativa, decidiu testar um protótipo em desenvolvimento: um anemômetro embarcado em um drone. O drone foi lançado e seguiu em direção ao norte com velocidade de 50 m/s. No nível de voo, a intensidade do vento aumenta em direção ao norte à razão de 0,03 m/s por quilômetro. A bordo do drone, a intensidade do vento cresce à taxa de 36 m/s por hora. Com base nesses dados, o meteorologista calculou a tendência local da intensidade do vento, ou seja, a variação temporal da intensidade medida por um observador quase-estacionário próximo ao drone, no instante em que ele se aproximava da saída da chaminé.


Sabendo que a condição inicial de vento era nula e considerando um intervalo de 10 min, a velocidade estimada pelo meteorologista foi de


A

12,0 m/s


B

8,0 m/s


C

6,9 m/s


D

6,0 m/s


E

5,1 m/s

Em uma área relativamente plana ao nível médio do mar de um complexo nuclear em fase inicial de construção, reservada para experimentação meteorológica, centrado entre duas estações meteorológicas separadas por 200 km, demarcado pelo “x” na figura, observa-se a plotagem do vento sinótico em ambas as estações. Por conveniência pode-se considerar 1 nó igual a 0,5 m/s, que a atmosfera em questão é hipoteticamente incompressível e que derivadas locais podem ser aproximadas por diferenças finitas (valores discretos).


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a opção correta a respeito da componente vertical da velocidade w no local indicado pelo “x”.


A

Diminui com altitude e seu valor é igual a -5 × 10-5 m/s.


B

O seu valor é exatamente igual a +5 × 10-5 m/s.


C

Ela aumenta com a altitude.


D

A componente de velocidade vertical é nula.


E

Não é possível concluir absolutamente nada em relação a velocidade vertical.

A norma CNEN NN 1.22 adota a classificação de estabilidade atmosférica de Pasquill-Gifford, baseada nas condições de turbulência e na estrutura térmica da Camada Limite Atmosférica. A seguir, estão representadas as curvas de Taxa de Variação Vertical da Temperatura (TVVT), também conhecida como lapse-rate, tanto do ambiente (Γ) quanto da parcela de ar (Γa).


Imagem associada para resolução da questão


Considerando a hipótese de uma atmosfera estática e seca, é correto afirmar que


A

A temperatura aumenta com a altura já que se observa inversão térmica.


B

A parcela de ar não ascende, pois em ambos os casos o terreno é plano.


C

A diferença entre Γ e Γa não tem significância alguma.


D

A atmosfera em I é instável e em II está estável.


E

A atmosfera em I é estável e em II está instável.

Um meteorologista visionário, vinculado ao setor de pesquisa de um complexo industrial, reflete sobre um cenário climático crítico, no qual a temperatura média global ultrapassa permanentemente 2,0 °C acima dos níveis pré-industriais, limiar associado à transgressão de tipping points. Neste cenário projeta-se mudanças significativas nos padrões da Circulação Geral da Atmosfera (CGA), aumento na frequência e persistência de ondas de calor urbanas, intensificação de eventos atmosféricos extremos (ciclones, tempestades severas, tornados), dentre outros. A Camada Limite Urbana (CLU), especificamente, tornar-se-ia mais instável durante o dia (maior turbulência), e as inversões térmicas noturnas tornar-se-iam mais intensas e duradouras, agravando a retenção de poluentes. Paralelamente, discutem-se a substituição de termelétricas fósseis por matrizes nucleares, eólicas e solares para descarbonização.


Considerando as teleconexões entre os fenômenos de grandes escalas, a dinâmica da Camada Limite Atmosférica (CLA), o transporte de poluentes (convencionais e radiológicos) e a cascata de energia turbulenta de Kolmogorov, que rege a transferência da energia dos grandes aos pequenos turbilhões (eddies) e a consequente dispersão de substâncias na atmosfera, a avaliação mais adequada para o cenário de presságio do meteorologista é de que


A

o aumento da turbulência diurna na CLA é a consequência dominante e suficiente para garantir uma melhor dispersão de poluentes de usinas nucleares e convencionais, tornando a opção nuclear intrinsecamente mais segura sob qualquer condição climática futura.


B

a intensificação das inversões térmicas noturnas, um efeito das mudanças na dinâmica da Camada Limite Atmosférica influenciadas pela cascata de energia, potencializa o risco de acúmulo severo de poluentes convencionais e material radiológico no nível do solo durante acidentes, o que mitiga a vantagem da energia nuclear.


C

a mudança da fonte de energia para nuclear é irrelevante, pois a alteração na CLA e a nova cascata de energia anularão os efeitos da poluição local, garantindo que a pluma de contaminação seja sempre transportada para regiões remotas e oceânicas.


D

a maior instabilidade diurna da CLA causada pelo aquecimento facilita a ocorrência de "chuvas ácidas" radioativas, o que inviabiliza o uso da energia solar e eólica, que dependem de um clima estável para sua eficiência.


E

a ultrapassagem dos "pontos de inflexão" garante um clima global mais homogêneo e estável, o que melhora a previsibilidade do transporte de poluentes e favorece a construção de grandes centrais nucleares em regiões costeiras, onde a ventilação é constante.

Preocupado com a confiabilidade de um anemômetro digital que seria usado em uma torre micrometeorológica, um meteorologista recorreu ao Parque de Material de Eletrônica da Aeronáutica do Rio de Janeiro, laboratório acreditado pela ISO/IEC 17025, para realizar sua calibração. O instrumento foi calibrado em túnel de vento, com velocidade nominal de 10 m/s. Durante o procedimento, foram realizadas medições nos sentidos ascendente e descendente para avaliar o erro de histerese: leitura ascendente (subindo): 10,15 m/s; leitura descendente (descendo): 9,90 m/s; e valor de referência: 10,00 m/s.


Assinale a opção que apresenta o valor do erro de histerese no ponto de 10 m/s e a ação obrigatória que é exigida pela norma ISO 17025 em relação a esse valor.


A

A histerese é de 0,15 m/s e a ISO 17025 exige que o laboratório descarte o equipamento e não emita o certificado de calibração.


B

A histerese é de 0,25 m/s e a ISO 17025 exige que o laboratório use a média aritmética das duas leituras como resultado, ignorando a histerese no cálculo da incerteza.


C

A histerese é de 0,25 m/s e a ISO 17025 exige que o valor seja quantificado e incluído como um componente no orçamento de incerteza de medição total do certificado.


D

A histerese é de 0,10 m/s e a ISO 17025 considera que esse erro é desprezível e permite que o laboratório escolha o valor mais favorável.


E

A histerese é de 0,05 m/s e a ISO 17025 apenas exige que o laboratório registre o valor em um relatório interno, sem necessidade de informar no certificado.

Um aeródromo classificado como EMS-1 precisa fornecer RVR (Runway Visual Range) para a pista em operação, conforme o padrão normativo do SISCEAB (norma aplicável).


Na classificação EMS-1, o equipamento indicado como o responsável pelo fornecimento do RVR é o


A

higrômetro.


B

radiômetro.


C

disdrômetro.


D

tetômetro.


E

transmissômetro.

A respeito dos ciclones extratropicais é correto afirmar que


A

no interior dos ciclones extratropicais, a velocidade dos ventos diminui com a altura até a tropopausa.


B

os ciclones extratropicais são sistemas de escala sinótica apresentando diâmetro de cerca de 500 a 2000 km.


C

os ciclones extratropicais apresentam núcleo quente.


D

no estágio inicial de desenvolvimento dos ciclones extratropicais seu eixo está inclinado na direção do ar quente.


E

os ciclones extratropicais duram entre 1 e 2 dias.

No aeródromo, o observador precisa reportar a visibilidade horizontal para fins aeronáuticos dentro de uma Estação Meteorológica de Superfície do SISCEAB.


Essa visibilidade deve ser informada, no código METAR (padrão ICAO), na seguinte unidade:


A

milhas náuticas.


B

quilômetros.


C

metros.


D

pés.


E

decâmetros.

Considere a previsão (horários em UTC): TAF SBGL 121100Z 1212/1318 18010KT 9999 SCT020 BKN100 TEMPO 1212/1216 4000 TSRA BKN015CB.


Nessa situação, avalie se as afirmativas abaixo, a respeito do grupo TEMPO 1212/1216 4000 TSRA BKN015CB, estão corretas.


I. O grupo TEMPO 1212/1216 indica condições temporárias previstas entre 12:00 e 16:00 UTC do dia 12.

II. O valor 4000 indica base/teto de nuvens (ceiling/LCL) em 4.000 pés durante o período TEMPO.

III. O grupo TSRA BKN015CB indica trovoada com chuva e nebulosidade quebrada com base em 1.500 pés, contendo cumulonimbus, no período TEMPO.


Está correto o que se afirma em


A

I, apenas.


B

II, apenas.


C

I e II, apenas.


D

I e III, apenas.


E

I, II e III.

A respeito da modelagem numérica de tempo, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.


( ) As resoluções horizontais e verticais dos modelos globais são, em geral, maiores do que nos modelos de mesoescala.

( ) As análises elaboradas pelos modelos de mesoescala apresentam melhor performance do que as análises provenientes dos modelos globais.

( ) No pré-processamento de um modelo são gerados meteogramas para diversas localidades.


As afirmativas são, respectivamente,


A

F – V – V.


B

F – F – F.


C

V – F – F.


D

V – V – V.


E

V – F – V.

 
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