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De acordo com Martha Marandino, a busca pela interatividade nas exposições tem sido uma preocupação central para a afirmação do papel educativo do museu, em processos influenciados pelos movimentos pedagógicos que apostavam nas teorias construtivistas. Contudo, pesquisas têm demonstrado que o uso de aparatos interativos nas exposições por si só não garante uma compreensão dos conceitos científicos e que a manipulação de aparatos ou objetos não necessariamente leva ao envolvimento intelectual. Pensando nos museus e em suas exposições, a partir das reflexões de Jorge Wagensberg, Marandino propõe diversas modalidades de interações possíveis de serem suscitadas em uma visita a uma exposição museal. Todas as modalidades de interatividade e suas definições, expressas a seguir, estão corretas, segundo o pensamento da autora, EXCETO:
Interatividade hearts-on: quando há estímulo emocional, já que a ideia é atingir a sensibilidade do visitante
Interatividade hands-on: que considera o toque e a manipulação física como a principal forma de interação
Interatividade digital: que considera o potencial dos mecanismos digitais na mediação de conteúdos difíceis de serem veiculados em plataformas tradicionais e pouco atrativas
Interatividade minds-on: quando há engajamento intelectual e quando ideias e pensamentos do visitante podem se modificar durante ou depois da visita