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Em 2014 Nina Vincent recebeu o prêmio da Associação Nacional de Pesquisadores de Ciências Sociais/ANPOCS e teve sua dissertação publicada em formato de, conforme a autora, “objeto-livro”. Sua pesquisa acerca das relações entre Antropologia, Arte e Museus, teve como objeto central a exposição de curadoria nativa “Maori. Seus tesouros têm alma” no Museu do Quai Branly, na França. “A exposição apresentou a arte e a cultura dos maori, povo indígena da Nova Zelândia, que levou para a França ‘sua própria visão’ da particular relação que estabelecem com seus objetos” (VINCENT, 2014, p. 19).
Considerando que muitos objetos do atual Museu do Quai Branly foram herdados do antigo Museu do Homem, avalie criticamente como a cultura é estudada em uma perspectiva antropológica e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) A distinção entre artesanato, artefato e arte é uma polêmica constante quando se trata de objetos produzidos fora do campo institucional da Arte Ocidental.
( ) Tanto o antigo Museu do Homem como o atual Museu do Quai Branly são herdeiros de projetos coloniais que colecionavam objetos exóticos de uma comunidade que, para aqueles, fatalmente iria desaparecer.
( ) A história dos museus antropológicos e das coleções etnográficas europeias está relacionada como a própria história da disciplina Antropologia e acompanharam as transições paradigmáticas ocorridas na área.
( ) O objeto etnográfico musealizado deixa de cumprir as funções para as quais foi concebido. Entretanto, no museu, eles são inseridos em novas relações podendo, inclusive, mudar de categoria constantemente.
( ) Uma das maiores críticas feitas à apropriação da Arte Primitiva pelo Ocidente Europeu é o apagamento das individualidades e a falta de importância dada aos artistas nativos através do anonimato.
A sequência, de cima para baixo, que completa os parênteses corretamente é a da alternativa:
V, V, V, V, V
F, V, F, F, V
V, F, V, F, V
F, V, F, F, F
F, V, F, V, F