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Ao contrário dos ecossistemas terrestres, onde os principais autótrofos fixadores de carbono vegetal são as árvores, a base da pirâmide trófica oceânica é sustentada pela biomassa de procariontes e dos microautótrofos eucariontes.
Em relação aos autótrofos marinhos contemporâneos, é incorreto afirmar:
A principal característica taxonômica das diatomáceas é a presença de um exoesqueleto de carbonato de cálcio, denominado frústula, composto por duas metades (as valvas) superpostas, que se encaixam como uma placa de Petri.
Os organismos do plâncton podem ser classificados conforme seu tamanho em: picoplâncton (< 2 μ m), nanoplâncton (2 – 20 μ m), microplâncton (20 – 200 μ m), macroplâncton (200 – 2000 μ m) e megaplâncton (> 2000 μ m).
O bacterioplâncton marinho é dominado pelos gêneros Prochorococcus e Synechococcus, que ocupam as classes de tamanho celular do picoplâncton (1-2 μ m), e são os autótrofos mais abundantes da biosfera terrestre, ocorrendo em média em densidades acima de 106 céls/mL na água do mar.
A contribuição relativa do fitoplâncton, na produção de matéria orgânica nos oceanos em escala global, é maior em plataformas continentais, onde os mecanismos de fertilização em massa por ressurgências e os processos de regeneração da matéria orgânica no sedimento marinho disponibilizam nutrientes dissolvidos na zona eufótica.
Os principais grupos do fitoplâncton marinhos são as diatomáceas, os dinoflagelados, e os cocolitoforídeos.