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A fratura dos dentes anteriores é uma preocupação na clínica odontológica pois a depender da magnitude e complexidade do trauma, maiores são as dificuldades para uma resolução adequada e o prognóstico tende a ser desfavorável.
Sobre os traumatismos dentários, é correto afirmar que
em dentes anteriores com pequenas fraturas em esmalte, deve-se sempre optar por restaurações adesivas diretas em resina composta.
nas fraturas de esmalte/dentina com exposição pulpar, o tamanho da exposição assim como a coloração “vermelho vivo” são os dois principais determinantes na escolha do tipo de tratamento.
quando há exposição pulpar de dentes com ápice incompleto, deve-se buscar alternativas de tratamento mais conservadores, a exemplo do capeamento pulpar que busca a limpeza e a desinfecção da porção da polpa exposta através do corte intencional com curetas dentinárias.
a invasão do espaço biológico pode ocorrer em um nível coronal, apical ou no mesmo nível da crista óssea. Quanto mais para apical for a invasão, o prognóstico torna-se mais desfavorável. Nestes casos, o sepultamento da raiz e a realização de uma prótese adesiva ou convencional pode ser uma opção de tratamento.
nas fraturas de esmalte/dentina sem exposição pulpar, pode-se optar por uma restauração adesiva em resina composta. Nestes casos, realiza-se a escolha de cor e o isolamento do campo operatório, aplica-se o gel de ácido fosfórico a 37% no esmalte e na dentina, e o sistema adesivo autocondicionante para, em seguida, realizar a aplicação da resina composta.